sábado, 30 de outubro de 2010

RAVIOLLI DE BETERRABA COM MOLHO DE LARANJA, MOSTARDA E SÁLVIA


A muito tempo atrás achei uma receita de ravioli de beterraba que me deixou intrigada. Não sou muito fã desse legume mas, mesmo assim, resolvi copiar a receita e deixar guardada para testar quando tivesse a oportunidade. Acho que isso foi a mais de um ano atrás. Nesse mesmo site que achei essa receita também tinha uma receita de carpaccio de beterraba com mais ou menos o mesmo estilo do ravioli - na verdade o molho do carpaccio era o mesmo do raviolli. Na época fiz o carpaccio para experiementar e gostei - apesar de não gostar muito de beterraba, acho ela muito doce. Volta e meia eu lembrava da receita mas sempre arrumava uma desculpa para não faze-la exatamente por não ser tão apaixonada assim pela pobre da beterraba. Mas a foto do site era muito convidativa e ficava na minha cabeça dizendo que valia a pena um dia tentar - mesmo sendo beterraba! Enfim!! Hoje testei a receita e foi uma grata surpresa.
Primeiro o visual é lindo, todo aquele roxo forte da beterraba dentro dos travesseirinhos de ravioli! Depois é gostoso!!! É diferente! foge do tradicional e isso é muito legal. Muito boa a receita.
Vou passar aqui a receita mas infelizmente não me lembro mais de onde, de que blog, eu peguei. Costumo visitar vários blogs e quando acho uma receita, para não esquecer onde foi, acabo copiando ela para um arquivo de receitas mas quando leva assim muito tempo esqueço de onde ela partiu. Se alguem reconhecer a receita como sua, por favor, comente aqui que eu faço todos os creditos! e dou os parabens pela idéia.
Tem uma outra receita também de beterraba que devo testar, se possível, ainda essa semana - é que aproveitei e comprei logo umas 3 beterrabas e já cozinhei todas então assim que fizer coloco aqui também. Fiz uma pequena mudança no molho original do raviolli que foi acrescentar um colher de sopa de mostarda, que fez toda a diferença no resultado final do sabor.

Ingredientes
Massa
200 gr de farinha de trigo
2 ovos
Azeite
Recheio
2 beterrabas médias
1 cebola pequena
25 gr de amêndoas
30 gr de queijo parmesão fresco
1 colher de sopa de vinagre
1/4 xícara de folhas de hortelã (eu não coloquei no meu porque não tinha em casa)
Sal e pimenta do reino a gosto
Molho
Suco de 3 laranjas
1 colher de sobremesa de mostarda em grãos (eu coloquei a normal porque em grãos tinha acabado)
Folhas de sálvia
50 gr de manteiga

Modo de Preparo
Em uma panela coloque as beterrabas com casca para cozinhar. Quando estiverem macias, retire do fogo e descasque. Em um processador coloque a beterraba em pedaços, o queijo, as amêndoas, a cebola e o vinagre. Bata tudo até obter uma pasta. Tempere com o sal e a pimenta. Pique as folhas de hortelã bem fininhas e junte a essa pasta. Reserve. Coloque o suco da laranja em uma panela pequena e deixe reduzir um pouco. Acrescente a manteiga e as folhas de salvia. Reserve. Prepare a massa dos raviolis, abra e corte os circulos para rechear. Veja aqui a receita. Recheie cada circulo com uma porção da pasta de beterraba e feche os raviolis. Em uma panela com água fervente e sal, cozinhe os raviolis por cerca de 5 minutos. Escorra. Aqueça o molho e misture a mostarda. Sirva os ravioli cobertos pelo molho de laranja com folhas de sálvia. Cubra com raspas de laranja e queijo parmesão ralado.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SALADA DE ARROZ RARÍS


SALADA DE ARROZ RARÍS DA PRIMA BEBEL

Essa é a salada de arroz Rarís cedida gentilmente pela prima da minha mãe, a Bebel, que fazia essa receita no restaurante que ela tinha no Leblom - O Mascate. Infelizmente o restaurante já fechou mas a salada era o maior sucesso por lá e ela deixou a receita aqui no nosso blog em um de seus comentários. Super legal! Devo dizer que a salada também fez o maior sucesso aqui em casa, já fiz várias vezes e não me canso. É fácil, rápida e muito gostosa, sem contar que é com arroz integral e deve fazer bem também - não sei quantas calorias tem mas tem cara de coisa light :)
A mostarda no molho faz toda a diferença no sabor final da salada e é o toque especial deste prato. Você pode comer ela quentinha ou fria, aqui em casa preferimos quente.
Bebel tem um blog, que repasso aqui o endereço para vocês conhecerem.
Fiz duas pequenas modificações na receita original que Bebel passou. A primeira foi refogar o arroz em um copo de vinho branco e a segunda foi cozinha-lo em caldo de legumes ao invés de ser somente na água. Deu um saborzinho a mais.
Bebel super obrigada pela receita!

Ingredientes
1 copo de arroz rarís 7 cereais
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
1 copo de vinho branco
1/2 talo de alho poro em fatia finas
2 tomates frescos em cubinho sem sementes
Azeitonas verdes picadas sem caroços
Queijo de minas em cubinhos
1 litro de caldo de legumes
Azeite
Mostarda
Salsinha picada para enfeitar

Preparo
Em uma panela aqueça um fio de azeite e refogue a cebola, o alho e o alho poro. Adicione o arroz e refogue por alguns minutos mexendo sempre. Coloque o copo de vinho branco e deixe reduzir. Vá adicionando o caldo de legumes até que o arroz esteja totalmente cozido e macio. Retire do fogo e passe para uma travessa. Adicione os tomates, as azeitonas e o queijo. Em um pote a parte faça o molho. Coloque uma porção de azeite com mostarda e misture bem. A quantidade vai depender do gosto de cada um. Misture esse molho na salada. Acerte o sal se for necessário, enfeite com a salsinha picada e sirva.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

POT PIE DE LINGÜIÇA CALABRESA COM REDUÇÃO DE WEISS


POT PIE DE LINGUIÇA CALABRESA
Outro dia desses estava navegando na internet nos meus sites preferidos de receitas e dicas culinárias quando dei de cara com uma receita que me deixou curiosa - POT PIE - acho que é original da Inglaterra. Na verdade vi dois sites neste mesmo dia com receitas de Pot Pie, um de cebola e o outro é esse aqui que eu resolvi fazer pois me pareceu mais gostoso - não que eu não gosto de cebola, muito pelo contrário mas preferi esse aqui. Bom a receita eu peguei do site cozinha pequena e como ele mesmo descreve é bem prática e gostosa. Me surpreendi, deu um ótimo lanche e gostei bastante da idéia da redução de cerveja Weiss, aliás foi esse item que me chamou atenção na receita e foi basicamente por causa dele que resolvi experimenta-la. Ai vai a receita:

Ingredientes
2 linguiças calabresas de boa qualidade
Folhas de tomilho e Alecrim
2 batatas
1 garrafa de cerveja Weiss (comprei Bohemia)
1 cebola (Não esta na receita original mas eu acrescentei pq gosto muito e ficou ótimo)
Requeijão cremoso de sua marca preferida
1 pacote de massa folhada (uso a que já vem aberta)
1/2 xícara de leite
1 gema para pincelar

Preparo
Na receita original manda colocar uma camada fina de batata crua no fundo do ramequim, como eu achei que a batata, mesmo fina, não ficaria cozida o suficiente então cozinhei a minha com casca em um panela com água e sal ate ficar macia, mas não muito macia pois ainda vão ao forno junto com a linguiça e os demais ingredientes. Retire as batatas do fogo, escorra e retire as cascas. Corte em fatias bem finas. Reserve. Fatie as linguiças o mais fino possível e doure-as em uma frigideira com um fio de azeite. Quando estiverem douradas acrescente as cebolas cortadas em lâminas finas, as folhas de tomilho e alecrim e deixe refogar por mais alguns minutos. Acrescente a garrafa de cerveja weiss, abaixe o fogo e deixe reduzir até quase tudo, deixando apenas um molho grosso e cremoso. Retire do fogo.
Em um ramequim, ou qualquer outro recipiente que possa ir ao forno, forre o fundo com uma camada de fatias de batata. Uma camada pequena para fazer a base. Coloque algumas colheres de leite para manter a umidade quando for ao forno, coloque uma generosa colherada de requeijão sobre toda a batata. (Isso depois de pronto é muito bom) Coloque uma camada de linguiça com cebola e o molho até quase o topo do ramequim. Corte a massa folhada em um circulo que dê para cobrir toda a superficie do ramequim e ainda sobre uns 2 cm. Corte um pouco de massa folhada em pequenas tiras de cerca de 2 cm. Use essas tiras colocando-as em volta da borda do ramequim - elas servirão de cola entre a folha de massa maior e o pote. Coloque o circulo que você cortou anteriormente por cima de tudo. Aperte as bordas e faça furinhos em cima da massa para o ar do cozimento sair e a massa não quebrar. Pincele com um pouquinho de gema batida e leve ao forno pré-aquecido, à 180 C. por mais ou menos 30 minutos ou até que fique dourada por cima. Delícia!
Parafraseando o site Cozinha Pequena "A batata que ficou como base estará bem macia e o molho de cerveja weiss se juntará ao requeijão. Dá pra imaginar como isso é bom?!!

domingo, 24 de outubro de 2010

TORNEDOR DE CARNE DESFIADA COM TORTILLA DE BATATA

Tornedor de carne desfiada com tortilla de batata

Ingredientes
1 Kg de contra filé
4 dentes de alho
Pimenta do reino
Sal
Azeite
750 ml de vinho tinto
1 maço de sálvia
Ramos de tomilho
Canela, aniz estrelado, cardamomo, cravo
2 folhas de louro
½ cebola
1 colher de café de açúcar
50 g de manteiga

Preparo
Pegue o contra filé e retire toda a gordura, tempere com a pimenta, sal, três dentes de alho picados e um fio de azeite. Deixe descansar por 30 min. Pegue uma assadeira passe um fio de azeite no fundo, coloque a carne. Cubra com o vinho, um dente de alho, uma pitada de sal e os demais temperos (menos a manteiga e o açúcar). Cubra com papel de alumínio e leve ao forno até que a carne fique bem macia (cerca de 40 min.). Retire a carne, coe o líquido e reserve. Desfie toda a carne e acrescente um pouco do líquido de cozimento para umedecer. Pegue um pedaço de papel de alumínio passe azeite e sobre ele um aro, preencha este aro com a carne desfiada pressionando bem, depois desinforme e embrulhe. Repita esta operação até acabar com a carne desfiada. Antes de servir leve estes pacotinhos ao forno pré-aquecido por 20 minutos para aquecer e formar uma pequena crosta envolta.
Para o molho pegue o líquido reservado e coloque em uma panela. Deixe reduzir pela metade, depois coloque o açúcar e a manteiga mexendo bem para incorporar e dar textura ao molho. Sirva sobre uma tortilha de batata.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

ITÁLIA - FIRENZE




Continuando, e finalizando, nossa viagem a Itália - esse é nosso último post desse país maravilhoso - vamos falar de Firenze.




Como a grande maioria já deve saber, Florença é o berço e o coração da Renascença. Não precisa nem comentar que é uma cidade linda - é chover no molhado - tudo é lindo na Itália! Cheia de praças, palácios, cafés centenários enfim, um lugar para se conhecer, babar e, acima de tudo, admirar!



Um lugar que não pode ser esquecido é o Palácio dos Medicis, Palacio Pitti, que hoje tem em suas salas museus famosos.


A Ponte Vecchio, construida em 1345 é a mais antiga do rio Arno. É pequena, mas muito bonita. Antigamente suas lojas, ela possui lojas em toda sua extensão, eram dos açougueiros mas a família Medici, incomodada com o cheiro, trocou as carnes pelas jóias.


Acabou com os açougues e no lugar colocou as lojas com ourives, que até hoje existem. Vale a pena uma visita ao local apesar da multidão de turistas. A praça central da cidade tem um prédio todo de pedras onde se reuniam os altos escalões do rei. Nessa praça tem uma cópia do Davi de Miguelangelo. Cópia porque todas as esculturas foram trocadas por cópias para proteção e conservação. Interessante.


A Cadetral de Santa Maria Del Fiore (Duomo) é muito bonita.

De 1296 o Duomo é bem rica por fora, a porta do Batistério, cohecidas como as portas do Paraiso, é toda de bronze. É uma obra de arte . Por dentro o Duomo apesar das obras de arte é de uma simplicidade sem muitas estatuas.


Uma visita que é imperdível em Florença é a farmácia de 1612 - Officina Profumo - Farmaceutica Santa Maria Novella Srl - que pertencia a uma irmandade e que hoje continua a ser farmácia sem quase ter mudado sua aparência.



Seu interior possui moveis, vidros de remédio, balanças e outros artigos usados na época das irmãs.



Outro bom lugar para se ir é Fiesole, é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Florença que faz fronteira com Bagno a Ripoli, Borgo San Lorenzo, Florença, Pontassieve, Sesto Fiorentino, Vaglia. De acordo com a wikipédia italiana é o ponto de origem de uma das maiores famílias do mundo lusófono, a Cavalcanti.


Esta fora dos limites da cidade antiga, nas colinas. Fiesole foi à primeira cidade do local, mas depois Firenze a dominou. O lugar é uma gracinha em uma pequena colina com uma pracinha muito simpática. Nesta praça tem vários restaurantes e uma fortaleza.


Almoçamos nos jardins de um restaurante com uma vista linda da cidade de Florença.



Comemos muito bem: presunto cru com flan de parmesão, terrine de fígado de galinha com alho poro bem fininho por cima e molho reduzido de vinho.



Depois risoto de lagostim com aipo - maravilhoso - ravióli de galinha e tagliatelle com polpetine e queijo pecorino.



Tomamos um vinho branco do Piemonte e um chianti bons.

Um detalhe que aprendemos no restaurante é que o pão da Toscana não leva sal, pois é para ser comido com queijo, presunto e embutidos mais salgados.


Por isso nos restaurantes ele vem sempre puro, sem mais nada, para ser comido com a refeição.



Esses são os muros que cercam a antiga cidade.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

RAVIÓLE DE BATATA DOCE COM AMARETTO




Ainda não consegui entrar no ritmo antigo por isso minhas postagens ainda estão um pouco atrasadas mas prometo que na próxima semana tudo volta ao normal. Temos muitas historias e lugares bacanas para mostrar, assim como vários pratos saborossísimos que foram aprecisados nessas últimas viagens. Muitas novidades! Essas postagens aqui ainda são antigas mas bem gostosinhas. Esse raviole é feito com biscoito amaretto, não sei se todos conhecem mas é aquele biscoito de amêndoas - Italiano, maravilhoso - encontrado em boas lojas delicatesse ou até mesmo em alguns supermercados ou boas confeitarias. Ele fica ótimo quando usado como recheio com abóbora ou batata doce. Experimente!

Ravióli de batata doce com amaretto
Ingredientes
Massa
100g de farinha de trigo
1 ovo
1 fio de azeite
Recheio
1 batata doce
1 pacote de biscoito amaretto
Molho
2 colheres de sopa de farinha de trigo
50 g de manteiga
500 ml de leite
250 ml de creme de leite
250 g de cream chessse
Pimenta do reino branca
Noz moscada e sal

Preparo
O primeiro passo é fazer o molho. Para isso coloque em uma panela a manteiga e a farinha, deixe um pouco até formar uma massa. Acrescente o leite aos poucos mexendo sempre para não empelotar. Quando tiver adicionado todo o leite e a mistura estiver como um creme grosso, coloque o creme de leite, o cream cheeese e deixe o fogo baixo. Não pare de mexer até formar um mingau. Desligue o fogo e tempere com sal, pimenta e noz moscada. Reserve.
Faça o recheio dos raviólis. Pegue a batata e cozinhe com a casca. Quando estiver bem macia retire do fogo, descasque e amasse com um garfo. Coloque os biscoitos em um liquidificador e bata até ficar como uma farinha. Misture com o purê de batata. Reserve. Para a massa, pegue uma bacia e coloque a farinha de trigo peneirada. Faça um buraco no meio da farinha e coloque o ovo e um fio de azeite. Com um garfo misture tudo até ficar grosso, a partir deste ponto, misture a massa com a mão até ela ficar bem homogênea e lisa. Pegue uma máquina para abrir a massa. Depois de aberta em lâminas devem ser cortas em pequenos disco ou retângulos para rechear e fazer os raviólis. Pegue um retângulo, passe água nas bordas, coloque um pouco do recheio, coloque outro retângulo por cima e pressione as extremidades com um garfo. Coloque os raviólis em água fervendo por cerca de cinco minutos. Retire e cubra com o molho. Sirva com parmesão ralado por cima.




sábado, 16 de outubro de 2010

TARTAR DE ATUM


Depois de quase uma semana sem atualizar o blog, estamos de volta! A família toda viajou - uma parte foi fazer a rota dos vinhos na Alemanhã e a outra a rota dos Incas em Macchu Picchu. :)
Na confusão da saída acabei não tendo tempo de deixar um post avisando que ficariamos fora por esse período mas muitas novidades vem por ai sobre esse dois roteiros.
Ainda estou meio sem tempo pois acabei de chegar e hoje só vou postar mesmo essa receitinha que já estava aqui esperando pronta para sair do meu note.

Tartar de atum
Ingredientes:
300 g de filé de atum
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 pimenta de cheiro picada sem semente
½ xícara de picles picado
½ xícara de cebolinha picada
1 colher de café de wasabi
1 colher de sopa de shoyo
Azeite
1 colher de sopa de maionese
Sal e pimenta do reino a gosto
Suco de 1 limão

Preparo
Corte o atum em pequenos cubos e tempere com o sal, pimenta do reino, suco de limão, wasabi e shoyo. Misture bem. Deixe descansar por 20 minutos na geladeira. Depois acrescente os outros ingredientes e misture bem. Leve para geladeira por 30 minutos antes de servir. Enfeite com gergelim torado. Acompanhe com uma salada verde.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

CASQUINHA DE SIRI



Esse é um dos meus pratos favoritos de frutos do mar. Todas as vezes que vou em um bom restaurante de frutos do mar, confiável, eu sempre peço uma casquinha de siri. Sabe que essas coisas a gente só deve comer em lugar que confia pois frutos do mar é coisa que estraga com facilidade e comer esse tipo de comida sem ser fresca é problema na certa! Dependendo do lugar é tormenta e pesadelo ao mesmo tempo.
Em casa quando fazemos, a quantidade sempre tem que ser grande porque para mim esse pode ser o prato principal ao invés de ser servido apenas como entrada! Em Niterói compramos a carne de siri já catada no mercado São Pedro mas, as vezes, quando a vontade aperta e não tenho muito tempo de ir a Niterói comprar, compro mesmo no mercado. Existem algumas marcas que não são ruins e dá para quebrar o galho na falta de uma carne mais fresquinha. Essa aqui foi feita pelo meu irmão com carne fresca comprada na peixaria que é muito melhor!

CASQUINHA DE SIRI

Ingredientes
500 g de carne de siri
1 cebola grande picada
1 pimentão picado
4 dentes de alho picados
2 tomates sem pele e sem sementes picados
½ pimenta dedo de moça picada
4 colheres de sopa de extrato de tomate
1 xícara de cheiro verde e coentro picado
250 ml de leite de coco
Suco de dois limões
Sal e Pimenta do reino a gosto
Azeite
Azeite de dendê
Farinha de rosca
Queijo parmesão ralado

Preparo
Tempere o siri com o limão, sal, pimenta do reino e metade do alho. Reserve. Em uma panela coloque o azeite e duas colheres de sopa de azeite de dendê. Quando estiver quente, refogue a cebola, a pimenta, o pimentão e o alho, depois coloque o tomate e o siri e deixe por alguns minutos. Coloque o extrato de tomate e o leite de coco e deixe cozinhar por alguns minutos. Por último coloque o cheiro verde e o coentro. Desligue o fogo. A farinha de rosca será usada para retirar o excesso de liquido então vá acrescentado até o liquido sumir da panela (formar um creme). Cuidado para não colocar demais e o creme ficar muito seco. Coloque este creme em formas ou casquinhas, cubra com ma mistura de farinha de rosca e queijo parmesão ralado e leve ao forno para gratinar.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ITÁLIA - PARMA


Continuando nossa viagem pela Itália, saimos de Veneza rumo a Parma. São 2 horas de uma agradável viagem. Quem não gosta de viajar pela Itália?!! Em Parma fomos visitar uma fazenda onde se faz o Aceto Balsamico (vinagre).



Nesta fazenda o aceto leva de 5 a 30 anos em barricas de madeira para depois ser comercializado.
Já contei sobre a história da fabricacão do Aceto aqui nesse blog. Nessa fazenda eles possuem 3 tipos de aceto: o rotulo vermelho, que é o mais simples e mais barato (??), custa 45 euros, e tem, quando saboreado, um sabor de mel no final. Experimentamos com uma tortinha de espinafre. O outro aceto fabricado no local, rótulo prata, custa 70 euros (!!!). Esse foi degustado com queijos e frios. O terceiro é o rotulo ouro, incríveis e inacreditáveis 99 euros a garrafinha, e vale cada euro que se paga. Provamos com sorvete de baunilha e é divino.



Muita gente pode achar estranho comer Aceto Balsamico com sorvete, principalmente quando temos em mente, e no paladar, o sabor dos acetos balsamicos que estamos acostumados a encontrar em nossos supermercados mas esses aqui, por não possuirem nenhuma acidez, são quase que adocicados e harmonizam com perfeição com qualquer sobremesa.


O fato de serem servidos com sorvete de baunilha é para que possa ser realçado o ser sabor incomparavel. A garrafa do Aceto mais caro é a de 100 ml, que vem com um conta gotas para ser servido somente de 3 a 4 gotas.
Nenhum desses Acetos possui acidez e os que tomamos aqui no Brasil não chegam nem perto dos de lá. Todos os pratos que degustamos junto aos acetos foram acompanhados pelo vinho lambrusco produzido na propriedade (Médici). Muito bom.



Saimos desta degustação de aceto balsâmico e fomos para um dos lugares onde se fazem o presunto de Parma.


Lá conhecemos todo o processo de fabricação do presunto, que é demorado e trabalhoso, mas o resultado final, como a grande maioria já conhece, é um presunto único e muito, muito gostoso.


À noite jantamos no hotel e foi uma surpresa agradável, pois a comida estava deliciosa.


Comemos presunto de Parma (lógico) - existe uma carta de presunto onde você escolhe por produtor e tempo de maturação - um mil folhas de legumes, muito bom com berinjela, abobrinha e tomate e depois um risoto parmegiano com ossobuco . Tomamos vinho da Licurgia e de Parma, todos maravilhosos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

BOLO DE CENOURA COM CHOCOLATE



Acho que existem várias receitas de bolo de cenoura com chocolate mas essa aqui é muito, muito gostosa. Fácil! deliciosa! O bolo fica molhadinho e eu sempre faço a receita da calda dobrada porque gostamos mesmo é desse chocolate caindo pelas laterais. Fazia tempo que eu não fazia essa receita, quer dizer, fiz outro dia para levar para a escola de minhas filhas para a festa junina. Tinha que levar um doce para a barraquinha da turma delas, achei que ia conseguir comer pelo menos um pedacinho mas quando cheguei na barraca o bolo já tinha terminado! Fiquei com água na boca e estava só esperando uma oportunidade para repetir a dose aqui em casa, só que dessa vez para deixar o tabuleiro inteiro aqui mesmo. Em pouco tempo foi tudo embora, é comer uma fatia para não querer parar mais. A receita é moleza porque coloca tudo no liquidificador, não suja batedeira nem nada. Bem fácil, ótima para quem não gosta muito de cozinha ou não tem muita experiência. E para aqueles que acham que bolo de cenoura tem gosto de cenoura, vou logo avisando: você só sabe que é de cenoura por causa dessa cor linda laranja forte que fica a massa, tirando isso você jura que é bolo igual a qualquer outro. A qualquer outro não! porque nem todobolo fica gostoso assim. O lance é que essa receita é pequena, dá aquele tabuleiro médio de 30 x 25 cm.

Ingredientes
4 cenouras médias
3 ovos inteiros
1/2 copo (do tipo americano ou de requeijão) de óleo
1/2 tablete de claybon
3 xícaras de farinha de trigo
3 xícaras de açúcar
1 colher de sopa de fermento em pó
Para a cobertura
8 colheres de sopa de chocolate em pó ou nescau
1 colher de claybon
1 copo de leite
3 colheres de sopa de açúcar

Preparo
Descasque as cenouras e corte em pedaços pequenos. Coloque no liquidificador as cenouras, os ovos, o leite, o óleo e o claybon. Bata bem até obter uma mistura homogênea. Misture com a farinha, o açúcar e o fermento. Unte um tabuleiro médio com manteiga e farinha e coloque a massa. Leve para assar até que fique com a superfície dourada. Em uma panela coloque os ingredientes da cobertura e leve ao fogo médio mexendo sempre até engrossar. Corte o bolo em quadrados, faça alguns furos na superfície para que a calda penetre no bolo e jogue a cobertura por cima. Sirva.



sexta-feira, 1 de outubro de 2010

RISOTTO DE CALABRESA


Tenho sangue português, como boa parte dos brasileiros, mas adoro comida Italiana!! Já disse aqui nesse blog que adoro massas e risotos e quase sempre que não tenho nada em casa para comer, aquela preguiça de fazer alguma coisa mais elaborada ou quando a gente esquece de tirar as coisas do freezer (isso acontece muito comigo) ... o que rola mesmo e é fácil de fazer, gostoso e alimenta é aquela massinha ou o risoto. Esse aqui saiu em um desses dias que esqueci de tirar a carne/frango do freezer e quando cheguei em casa morrendo de fome e sem muito tempo para preparar nada mais elaborado, apelei mesmo para o amigo de sempre. Rolava uma linguíça calabresa na geladeira..... muito gostosa por sinal, e era a combinação perfeita para o tamanho da fome que eu estava. Tiro certeiro. Sabe que comigo e com o risoto não tem tempo ruim - ADORO - seja qualquer um, com qualquer tipo de acompanhamento, pode ser risoto de queijo puro, milanês, de cogumelos, de aspargos, etc... não importa. É risoto??? Tô dentro!!!! Gosto de arroz. O pratinho fácil, rápido e gostoso de fazer e comer! O meu ai em cima eu ainda reguei com um pouco de azeite na hora de comer.

RISOTTO DE CALABRESA
1 copo americano de arroz arbório
alho poró
azeite
2 dentes de alho
1 cebola
1 copo de vinho tinto
1 copo de vinho branco
1 litro de caldo de carne
2 linguiças grandes calabresas
Sal
Queijo parmesão ralado a gosto
Manteiga

Preparo
Em uma panela refogue a cebola e o alho poró picados. Quando estiverem transparentes adicione o arroz. Refogue por alguns minutos e adicione o vinho branco. Mexa. Adicione uma parte do caldo de carne e mantenha em fogo brando mexendo sempre. Vá adicionando o caldo e mexendo sempre até obter a consistência certa do arroz. A parte retire a pele da linguiça e corte em fatias finas. Em uma frigideira coloque um pouco de azeite e frite o alho picado. Adicione a linguiça e frite. Quando a linguiça estiver frita, coloque o vinho tinto e deixe reduzir até quase secar. Reserve. Quando o arroz estiver no ponto acrescente as linguiças. Mexa bem. Desligue o fogo, acrescente o queijo e a manteiga. Acerte o sal e sirva.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

CAMARÕES GRELHADOS COM MOLHO CURRY E COUSCOUS DE ABOBRINHA



Camarões grelhados com molho de curry e couscous de abobrinha

Ingredientes
Para o camarão:
1 Kg de camarão VG
Suco de um limão
Sal
Pimenta do reino a gosto
2 dentes de alho picados
Azeite

Preparo
Descasque os camarões e reserve a casca e cabeças.Tempere com os ingredientes acima, menos o sal, de deixe descansar por 30 min. Antes de grelhar tempere com o sal. Grelhe em uma frigideira com um fio de azeite. Frite 2 min. de cada lado.
OBs.: O sal colocado no camarão com muita antecedência desidrata tornando o camarão borrachudo.

Para o molho:
Cascas e cabeças do camarão bem lavadas
1 cebola
1 alho porró
4 dentes de alho
Salsa e cebolinha
Louro
½ pimenta dedo de moça
½ copo de cachaça ou rum
2 colheres de extrato de tomate
1 xícara de creme de leite
2 colheres de café de curry
Azeite
2 colheres de sopa de manteiga
1 litro de água

Preparo
Em uma panela grande coloque um fio de azeite e doure as casca e as cabeças de camarão. Quando estiverem bem douradas, acrescente a cachaça, depois a água e coloque a cebola, o alho porró, o alho, o louro, a pimenta sem sementes, a salsa e a cebolinha. Deixe cozinhar por uma hora para reduzir bem. Com um martelo de carne amasse as cabeças para extrair bem o sumo. Coe e leve este líquido novamente para panela. Quando começar a ferver coloque o extrato de tomate, o curry e a manteiga, mexa bem para incorporar todos os ingredientes. Acrescente o creme de leite e deixe reduzir um pouco.

Para o couscous:
1 xícara de couscous
6 abobrinhas
½ cebola picada
2 dentes de alho picados
½ pimenta dedo de moça picada
Sal
Azeite
2 xícaras de água

Preparo
Lave as abobrinhas e corte ao meio. Com um boleador faça um copo na parte mais larga da abobrinha. Leve para cozinhar em água e sal por 10 min., deve ficar ao dente. Com uma faca corte a parte da casca(verde) da parte que sobrou das abobrinhas e pique em cubos bem pequenos. Em uma panela coloque um pouco de azeite e refogue a cebola, o alho, as abobrinhas e a pimenta. Desligue o fogo e acrescente o couscous e o sal, misture bem. Coloque a água quente, tampe de deixe descansar até o couscous absorver todo o líquido. Pegue os copos de abobrinhas passe um pouco de azeite e recheie com o couscous. Faça um corte na parte de baixo para que fiquem de pé. Em um prato coloque os copos de abobrinha recheados no centro, coloque o molho em volta e por cima os camarões. Sirva.


domingo, 26 de setembro de 2010

VOUL AU VENT DE BACALHAU


Aqui em casa eu uso muito os produtos da Arosa, massa folhada e massa filo. São práticas e não há a menor necessidade de você ter que preparar a massa em casa. Eu possuo sempre um pacote no freezer para qualquer eventualidade. Dá para fazer entradas, pratos principais e lanches - é uma mão na roda. As minhas filhas adoram, como lanche, rocambole de massa folhada. É só pegar o rolo, que já vem aberto, e rechear com presunto, mussarela, tomates, cebolas, oregano, fechar e assar. Muito prático e gostoso. Essa entrada foi feita com a massa folhada. O Voul au Vent, ai em cima da foto, pode ser feito com a massa em rolo - você mesmo corta os quadradinhos, dá muito mais trabalho mas é possível - ou você já compra eles prontos - um pouquinho mais caro mas muito mais prático! Depois é só fazer o recheio e servir. É uma entrada prática, gostosa e vistosa. Sucesso garantido para qualquer jantar. Pode ser servido sozinho ao acompanhando uma saladinha. Esse foi recheado com bacalhau mas você pode improvissar qualquer outro tipo de recheio da sua preferencia.

Preparo
1 caixa de massa de voul au vent
200gr de bacalhau cozido e desfiado
100 gr de manteiga
2 copos de leite
3 colheres de sopa de farinha de trigo
250 gr de champignons
250 gr de creme de leite
4 gemas
200 gr de queijo gruyere ralado
sal e pimenta do reino a gosto
ceboulletes para enfeitar

Preparo
Em uma panela doure a farinha na manteiga. Adicione, aos poucos, o leite mexendo sempre para não empelotar. Quando engrossar, retire a panela do fogo e acrescente as gemas, uma a uma, batendo bem em cada adição para ficar bem homogenêa e lisa. Acrescente o creme de leite e os cogumelos em fatias. Prove e tempere com sal e pimenta do reino. Torne a levar a panela ao fogo mexendo sem parar e retire assim que começar a ferver. Acrescente metade do queijo gruyere e misture. Misture nesse creme o bacalhau já cozido e desfiado. Em um tabuleiro untado coloque os voul au vent, pincele a massa com gema de ovo, se desejar. Leve ao forno até que fiquem cozidos - não deixe dourar demais pois eles ainda retornaram ao forno para gratinar o queijo do recheio. Recheie os Voul au Vent com o creme de bacalhau. Por cima coloque um pouco do queijo gruyere ralado que sobrou. Leve ao forno em um tabuleiro untado até derreter o queijo, ou gratinar se desejar. Sirva com salada de folhas verdes.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

ITÁLIA - VENEZA




Minha última postagem sobre a Itália foi sobre a vinícola Villa Sandi, no caminho para Veneza, então, continuando saímos logo depois do almoço da Vinícola Sandi rumo a Veneza, que fica na região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Que é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. Quem nunca ouviu falar de Veneza?! Quem ainda não pela TV ou cinema seus canais?! Não sei se vale a pena falar muito sobre a historia de Veneza e os dados da cidade mas ela se estende-se por uma área de 412 km2, incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza.



Chegamos às 3h da tarde e pegamos um barco-taxi super charmoso, de madeira envernizada e navegamos pelo Gran Canal. Fomos para um hotel perto da Praça São Marcos (Best Western Hotel Ala- San Marco, 2494- Campo S.M. del Giglio - 30124 Venezia(VE), Italia).

O hotel é como tudo em Veneza bem antigo (século XII) e os quartos tem uma vista linda.




A noite nós fomos jantar e nos perdemos, (Veneza é como um labirinto, facílimo se perder!) e sofremos para achar o restaurante (Baccaro Jazz) onde o teto e o bar é todo com soutiens pendurados de vários tipos e tamanhos. Vale uma visita.
Comemos pasta com vôngole - prato tradicional de Veneza. A comida não é muito gostosa mas vale pela decoração diferente.
No dia seguinte fomos dar uma volta e conhecer a praça de São Marcos e a catedral.



A Praça de São Marcos (em italiano: Piazza San Marco) é a única praça de Veneza, e o seu principal destino turístico, com muitos turistas e pombos! Acho que não há época em Veneza que esta praça não esteja lotada de gente - e de pombos!
Dizem que foi de Napoleão Bonaparte a autoria do epíteto de le plus élégant salon d'Europe (o salão mais belo da Europa). A piazza foi iniciada no século IX como área pequena frente à Basílica de São Marcos original. Foi estendida para a sua forma e tamanho atuais em 1177, quando o Rio Batario, que a limitava a oeste, e um porto que tinha isolado o Palácio Ducal da praça, se inundaram. A reestruturação foi realizada para o encontro do Papa Alexandre III com o Imperador Frederico Barba-Roxa, Não se pode deixar de tomar um drink ou mesmo tomar um sorveste em um dos bares dá Praça São Marcos - é imperdível!
Vá ao Florian que é um dos mais antigos e tome um Belline (pêssego com pêssego com prosecco) Uma das bebidas mais famosas da cidade.




A Basílica de São Marcos (Basilica di San Marco) é a mais famosa das igrejas de Veneza e um dos melhores exemplos da arquitetura bizantina e fica localizada na Praça de São Marcos ao lado do Palácio dos Doges. A igreja apresenta uma planta em cruz grega, baseada nos exemplos de Hagia Sophia e da Basílica dos Apóstolos, ambas em Constantinopla. Possui um coro elevado acima de uma cripta. A planta do interior consiste em três naves longitudinais e três transversais.



Um baldaquino cobre o altar principal, com colunas decoradas com relevos do século XI. O retábulo é a famosa Pala d´Oro - um trabalho em metal bizantino de 1105. Atrás do altar principal há um segundo altar com colunas de alabastro. Os cercados do coro, acima dos quais há três relevos de Sansovino, apresentam obra de marchetaria de Fra Sebastiano Schiavone.


Os dois púlpitos de mármore da nave são decorados com estatuetas dos irmãos Massegne (1394). A basílica foi consagrada em 1094, no mesmo ano em que o corpo de São Marcos foi supostamente reencontrado num pilar pelo Doge Vitale Falier.



A cripta passou então a abrigar as relíquias até 1811. O edifício também possui uma torre baixa, que alguns pensam ter integrado o Palácio dos Doges original. De lá nós fomos passeando até a Ponte de Rialto é a ponte em arco mais antiga e mais famosa sobre o Grande Canal, na cidade italiana de Veneza.



Ela foi formalmente a única ligação permanente entre os dois lados do Grande Canal, até abrirem as restantes travessias, lá existe várias lojinhas de lembranças, com vidros de Murano.

Depois fomos ao Palácio Ducal (Palazzo Ducale), também conhecido como Palácio do Doge, é um símbolo da cidade de Veneza e uma obra-prima do gótico veneziano. Surge na área monumental da Piazza San Marco entre a Piazzetta e o Molo.


O palácio atual foi construído entre 1309 e 1424. Antiga sede do Doge de Veneza e da magistratura veneziana, é hoje sede do Museo Civico di Palazzo Ducale.