sexta-feira, 25 de novembro de 2011

TOMATES ASSADOS

Eu diria que o tomate é a minha fruta preferida, mas prefiro colocá-lo em uma categoria distinta. Coloquialmente considerado legume, essa fruta tem como companheiras a berinjelas, as pimentas e os pimentões, todos frutos embora sejam mais conhecidos como legumes. Normalmente associado à cozinha Italiana o tomate tem origem nas civilizações incas e maias antes de chegar ao continente Europeu, que inicialmente o renegava por associá-lo a um fruto venenoso. Quando chegou à Itália logo o chamaram de pomo d'oro (pomo de ouro). Tornou-se anos depois um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea. Ele é rico em licopeno e em vitaminas do complexo A e complexo B. Com espécies e cores variadas, indo do verde ao quase preto, no Brasil são bem restritas as opções dispostas nos supermercados. Além de tudo isso, essa frutinha deliciosa possui aproximadamente apenas 14 calorias em 100 gr de fruto.
Tomates médios bem maduros
Alcaparras
Azeitonas pretas
Fatias de pão adormecido ou de pão de forma (eu usei pão de forma integral)
Folhas de majericao
Queijo parmesão ou gruyere
Sal, pimenta do reino a gosto
Azeite

Lave bem os tomates e retire o miolo com as sementes. Em uma vasilha misture migalhas de pão, as azeitonas, as alcaparras, os pedacinhos do proprio tomate que sairam do miolo (sem as sementes). Tempere com azeite, sal e pimenta do reino a gosto. Pique as folhas de majericão e junte aos ingredientes. Voce pode adicionar aliche se gostar que tambem fica muito bom. Eu não usei porque não tinha em casa. Recheie os tomates. Em um tabuleiro coloque um pedaço de papel de aluminio e disponha os tomates dentro. Regue com um fio de azeite para que não agarrem no fundo do papel. Feche o papel como se fosse um envelope e leve ao forno por 20 minutos. Retire do forno e bra os envelopes. Rale o queijo sobre os tomates e retorne ao forno com os evelopes abertos para gratinar.
Sirva acompanhado de torradas de pão arabe ou de torradas com ervas.





segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PETIT GATEAU

Logo que o petit gateau apareceu aqui no Brasil o Olivier Anquier passou uma receita no programa dele que dava super certo. Virou moda e fazíamos petit Gateau a todo momento até que eu enjoei. Não queria mais saber, não conseguia mais comer. Nunca mais fiz, isso tem um bom tempo. Semana passada minha filha pediu que eu fizesse porque ela estava com saudades... prometi que faria mas ainda demorei uma semana para colocar o desejo no prato! A receita, como disse, é do Olivier Anquier e dá sempre certo e é muito fácil. Vale experimentar.

Ingredientes
Serve 8 pessoas
100g de manteiga
120g de chocolate amargo picado
2 ovos inteiros
2 gemas
¼ de xícara de açúcar
2 colheres de sopa de farinha de trigo

Preparo:
Derreta o chocolate numa panela em banho Maria. Junte a manteiga mexendo até que fique homogêneo, liso e brilhante. Em uma vasilha, bata os ovos, gemas e açúcar até que os ingredientes fiquem bem incorporados. Tire o chocolate do fogo e despeje aos poucos na vasilha dos ovos. Mexa até que os ingredientes estejam integrados.
Misture suavemente a farinha de trigo. Unte forminhas pequenas com manteiga e farinha e asse em forno pré-aquecido a 250 graus por cerca de 7 até 10 minutos (o tempo certo vai depender do seu forno mas ao olhar as forminhas ela devem estar cozidas nas laterais mas um pouquinho molinhas no meio).
Desenforme num prato e sirva com sorvete de creme
O petit gateau deve estar consistente por fora e mole por dentro..
DICA: a massa pode ser conservada por uma semana na geladeira coberta.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

ARROZ DE POLVO



Gosto de praticamente quase todos os frutos do mar e peixes. Só não sou chegada a mariscos e ostras mas, com exceção desses dois, todos os outros eu adoro. Polvo e lulas são as minhas preferidas, competem em igualdade com camarões, lagostas e lagostins. È difícil ter uma preferência quando se tem tantas opções gostosas. E as vieiras??!! São fantásticas! Sou apaixonada por elas. Porem só gosto de comprá-los na peixaria, frescos. Experimentei comprar os congelados que são vendidos nos supermercados mas fiquei decepcionada. Não possuem sabor, por isso, prefiro esperar, mas comprar sempre o fresco.

Ingredientes para 2 pessoas (bem servido)
1 polvo pequeno
2 cebolas
4 dentes de alho
3 folhas de louro
2 tomates pequenos
1 copo pequeno de arroz lavado
1 maço de brócolis
Galhos de alecrim
Sal e Pimenta do reino a gosto
Azeite

Lave bem o polvo e retire as vísceras. Coloque em uma panela de pressão com 1 cebola, as folhas de louro, dois dentes de alho e um pouco de sal. Cubra com água e leve ao fogo médio até que comece a ferver e apitar. Nesse momento abaixo o fogo e deixe por mais 40 minutos. Passados os quarenta minutos, retire a pressão da panela e abra. Não jogue a água do polvo fora. Em uma panela coloque um pouco de azeite e o arroz. Refogue por alguns minutos e coloque dois copos da água que o polvo foi cozido na panela. Deixe o arroz cozinhar em fogo baixo. Retire o polvo da panela de pressão e corte em pedaços menores. Reserve. Em uma frigideira alta coloque um pouco de azeite, o restante da cebola picada e o alho picado. Refogue ate que a cebola esteja bem suada. Adicione o tomate sem pele cortado em pedacinhos e o alecrim picado. Tempere com pimenta do reino. Adicione o polvo cortado e acerte o sal. Corte e lave o brócolis e coloque para cozinhar em uma panela com água e sal. Quando estiver macio, escorra e reserve. Pegue parte do brócolis, a quantidade desejada, isso vai depender do gosto de cada um, e pique em pedaços bem pequenos. Reserve. Quando o arroz estiver pronto, misture aos poucos a quantidade desejada na frigideira que esta o polvo, junte o brócolis e misture. Não coloque arroz demais, pois esse tipo de prato é um pouco úmido. Sirva quente

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SANDUICHE DE TOMATE


Outro dia cheguei em casa com vontade de comer um sanduiche diferente mas tudo que tinha na geladeira eram as mesmas coisas de sempre. Tinha um saquinho de rap 10, essas tortilhas que a gente compra pronta no supermercado e que serve exatamente para essas horas de sufoco. Coloquei algumas no forno para aquecer e dar uma torrada e fiz esse sanduiche que ficou bem bacana e gostoso.

4 tortilhas rap10
1 tomate grande
Azeitonas pretas
Azeite
sal e pimenta do reino a gosto
manjericão

Lave bem o tomate e corte fatias grossas. Em uma frigideira coloque um fio de azeite e deixe esquentar. Coloque as fatias de tomate na frigideira e deixe grelhar por alguns minutos. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Reserve. Lave bem as folhas de manjericão e coloque em um liquidificador ou processador com um pouco de azeite. Bata bem. Reserve. Coloque as fatias de tortilha no forno quente e deixe dourar um pouco. Retire o caroço de algumas azeitonas pretas e pique bem pequeno. Parta as tortilhas ao meio ou no formato que desejar. Eu modelei as minhas com o cortador quadrado. Sobre um prato monte uma fatia de tortilha, rodelas de tomate grelhado, um pouco de azeitona. Repita a operação ate terminar todas as tortilhas. Cubra com queijo parmesão ralado e regue com o azeite de manjericão. Sirva quente.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

AMEIXAS MARINADAS EM GENGIBRE, HORTELÃ E MEL COM FAROFA DE AMÊNDOAS

Seguindo a série dos tartar experimentei esse de ameixas com calda de laranja e mel. Ficou ótimo, da uma sobremesa rápida, interessante, leve e super fácil de fazer. Você pode trocar as ameixas por outra fruta de sua preferência. Eu tirei essa idéia de uma receita de tartar de manga, mas como não gosto de manga substitui pelas ameixas.

5 ameixas importadas
2 laranjas peras
Mel
Açúcar
Gengibre
Conhaque
Amêndoas trituradas e torradas
1 maço de hortelã

Lave e descasque as ameixas. Em uma vasilha corte as ameixas em quadradinhos pequenos. Tente fazer com que os pedaços fiquem todos do mesmo tamanho. Reserve. Em uma panela pequena coloque o suco coado das laranjas. Adicione o açúcar, o mel, o conhaque e tempere com a quantidade desejada de gengibre. Deixe no fogo baixo até reduzir pela metade e formar uma calda um pouco mais consistente. Lave o hortelã e retire algumas folhas. Corte as folhas em pedaços bem pequenos. Em uma vasilha misture as ameixas cortadas, a hortelã e um pouco de mel. Em um prato e com o auxilio de um aro arrume as ameixas. Retire o aro e disponha a calda ao redor do tartar. Por cima polvilhe as amêndoas torradas. Enfeite com folhas de hortelã. Eu tinha uns morangos em casa que viraram um colis que foi colocado junto da calda de laranja.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

LULAS COM PÁPRICA E COUSCOUS MARROQUINO DE ERVAS




Lulas com páprica e couscous marroquino de ervas

A páprica, mais conhecida em Portugal por pimentão, é uma especiaria obtida do pimentão-doce depois de seco e moído, porém, o nome páprica é um derivativo da palavra pimenta, que tem origens húngaras.O maior consumidor e produtor da Europa e do mundo é a Hungria e os países da região dos Bálcãs. Foi a cozinha húngara que fez famosa a páprica na região da Europa central e é também na Hungria que se produz uma das melhores pápricas do mundo que vai do doce ao picante. É exatamente da hungria que veio a páprica que utilizei nesse prato. Ganhei dois saquinhos, um doce e outro picante, da minha mãe que venho usando em receitas variadas. Nessa receita coloquei a páprica doce, a quantidade depende muito do paladar de cada já que a picante é bem forte.

Ingredientes
Lulas limpas e cortadas em rodelas
2 cebolas médias
2 dentes de alho
1 limão
1 tomate sem casca
2 colheres de sopa de extrato de tomate
Sal e pimenta do reino a gosto
1 copo de conhaque
1 maço de salsinha
1 copo de couscous marroquino
1 maço de alecrim
1 maço de tomilho
1 maço de salvia
2 copos de água
Páprica picante a gosto
Azeite de oliva

Faça primeiro o couscous. Em uma panela coloque a água para ferver. Lave alguns galhos de alecrim, de salvia e tomilho. Quando a água estiver fervendo jogue as ervas dentro, desligue o fogo e tampe a panela. Deixe em infusão por alguns minutos. Reserve. Em uma panela coloque um fio de azeite. Adicione uma cebola picada bem pequena e o outro dente de alho picado. Refogue. Adicione o couscous e mexa bem. Coe a água da infusão de ervas e adicione na panela. Mexa bem e desligue o fogo. Tampe a panela e, se possível, coloque em um abafador. Reserve. Lave bem as lulas e coloque em uma vasilha com o suco do limão, 1 dente de alho picado e pimenta do reino a gosto. Em uma frigideira coloque um pouco de azeite e deixe esquentar. Adicione as lulas e mexa até que fiquem douradas. Adicione o conhaque e flambe. Junte a cebola, a páprica a gosto, os tomates e o extrato. Mexa bem e deixa refogar por alguns minutos até que estejam suados. Prove a acerte o sal e a páprica conforme o seu gosto. Por ultimo adicione a salsinha picada e desligue o fogo. Sirva junto com o couscous.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TURQUIA - ISTAMBUL

ISTAMBUL - Turquia

Istambul foi uma grata surpresa para mim. A cidade possui lindos monumentos, um mercado da década de 1450 e muita coisa para se ver.
Ficamos em um hotel no centro da cidade (Hotel Seminal) que é antigo mas o quarto é grande e confortável e o café da manha é maravilhoso, com uma coalhada muito boa servida com frutas secas (damasco, figo ,nozes amêndoas etc). A cidade tem muitos jardins e ruas largas.
O primeiro lugar que eu fui foi a Basílica Santa Sofia que é uma linda construção feita entre os anos de 532 e 537 pelo império Bizantino para ser a Catedral de Constantinopla ( atualmente Istambul na Turquia). Em 1453 essa catedral foi convertida em Mesquita e logo depois, em 1935 em um museu. Durante muitos anos durante a era bizantina essa catedral foi cenário de cerimônias imperiais por isso é coberta com ricos mosaicos e uma arquitetura deslumbrante. É muito bonita, possui uma abobada imensa sem sustentação, uma obra arquitetônica com lindos jardins em volta e muitos turistas andando de um lado para outro. Por quase 500 anos, foi a principal mesquita de Istambul e serviu como modelo para muitas das grandes mesquitas otomanas da cidade, tais como a Mesquita Shehzade, a Mesquita Solimão e a Mesquita Rustem Paşa.



Na saída da igreja tem muitas mulheres vendendo pashimiras e outras coisas típicas de Istambul. As pashimiras são lindas, coloridas e variadas e custam bem baratinho, são presente certo para trazer aqui para o Brasil e que todo mundo adora.

Mesquita de Solimão I , O Magnífico



Merece uma visita. A Mesquita de Solimão é uma mesquita imperial otomana situada em uma colina de Istambul dentro de um bairro histórico. Por estar em uma colina essa Mesquita é uma das mais conhecidas de Istambul e depois da basílica de Santa Sofia essa é a segunda maior mesquita após a conquista da cidade pelos otomanos. A mesquita faz parte das Zonas Históricas de Istambul, classificadas pela UNESCO como Património Mundial desde 1985. A construção data de 1550 e foi projetada de forma a que ela fosse o contraponto arquitetónico da grande catedral bizantina de Santa Sofia. A cúpula principal tem 47,75 metros de altura e foi a cúpula mais alta de todo o Império Otomano. O pátio é de uma grandeza excecional, com colunas em mármore, granito e pórfiro. Em cada um dos quatro cantos do pátio há um minarete, um número só autorizado para mesquitas construídas por sultões (os princípes e princesas podiam construir dois, as restantes pessoas apenas um). Os minaretes tem dez varandas, o que segundo a tradição indica que Solimão era o décimo sultão otomano. No jardim atrás da mesquita há um cemitério, onde se encontram os mausoléus de Solimão e da sua poderosa esposa, Roxelana.
Palácio Topkapi


O Palácio de Topkapı que significa "porta do canhão" foi construído logo após a conquista de Constantinopla, em 1453, e foi a residência dos sultões por três séculos. Atualmente o Palácio é dividido em várias salas de exposição com objetos historicos. Tem uma curiosidade que são os pêlos da barba e a marca do pé do profeta Maomé. Esse pálacio fica perto do estreito de Bósforo, o palácio possuía muitas riquezas mas hoje em dia além de algumas jóias na mostra ao publico o que mais chama a atenção é o diamante Topkapi o quinto maior do mundo.Seus jardins tem tanques com água e muitas plantas. As salas tem um trabalho de azulejos maravilhoso. A cozinha do palácio é interessante com paredes de tijolos fazendo desenhos lindos, chaminés altíssimas no teto ( deve ter umas 20 chaminés na cozinha e a cozinha ocupa todo um lado do palácio).


Além das visitas aos palácios que viraram museus também fizemos um passeio de barco pelo estreito de Bósforo.

O Bósforo é um estreito que liga o Mar Negro ao Mar de Mármara e marca o limite dos continentes asiático e europeu na Turquia. De um lado fica Istambul Européia e do outro Istambul Asiática. O nome Bósforo significa "passagem do boi" e se refere à história de Io, jovem amada por Zeus, transformada por ele em boi, e perseguida por uma mosca sugadora de sangue enviada por Hera, ciumenta. Essa é uma das maneiras mais legais e baratas de conhecer o Bosforo pois é um transporte publico e possui saídas diárias freqüentes. O barco e confortável e nele você tem oportunidade de tirar muitas fotos dos vários museus, fortes, casas, mesquitas que vão passando ao longo da viagem. Venta, então aconselho levar uma proteção para aqueles que são mais friorentos. Algumas paisagens chamam a atenção como o forte Rumeli Hisar, uma das edificações otomanas mais antigas da cidade, construída antes da conquista de Constantinopla. Servia de base aos súditos de Mehmet, o conquistador, antes da tomada da cidade.



O Palácio de Beylerbeyi, que fica do lado asiático, também é famoso e chama a atenção pois era usado como residência de verão dos sultões. A viagem dura uma hora e meia e o barco faz seis paradas ate chegar ao vilarejo de Anadolu, de onde é possível ver o Mar Negro. Vale a pena almoçar e comer deliciosos frutos do mar baratos.



A noite perto do hotel tinha uma festa comemorando o Ramadã (era uma espécie de feira) com pessoas do local. Tinha comida típica, barracas com xales, bolsas bordadas, bijuterias etc. Comi um damasco negro delicioso e um amendoim coberto com gergelim.


Bazar Coberto, Grande Bazar ou Kapali Çarsi



O Grande Bazar é um dos maiores e um dos mais antigos mercados cobertos do mundo, situado no bairro histórico de Eminönü no distrito de Fatih. Construido em 1461 possui 61 ruas cobertas e tem quatro entradas, em cada uma das entradas exteriores há um grande portão de ferro.


É o paraiso de consumo das mulheres! Deixa qualquer mulher maluca e pode-se ficar lá por mais de um dia e mesmo assim não ser possível ver tudo. Ele é muito conhecido principalmente pelas jóias (não são muito caras), tecidos lindos, cerâmicas, muita coisa em cobre e bronze, almofadas bordadas, especiarias e tapetes. É freqüentado por uma multidão diariamente, muitos turistas.


Deve pechinchar muito os comerciantes gostam e geralmente baixam o preço.No mercado pode-se tomar um chá muito bom e comer frutas frescas (o figo é ótimo) e os maravilhosos doces turcos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

TARTAR DE TOMATE

Agora virou moda chamar tudo de tartar... tartar de atum, tartar de camarão, tartar de frutas (que eu já postei aqui), tartar de manga, etc...vi essa receita de tartar de tomate e achei bem legal, por isso estou postando aqui. Na verdade se você for ver a receita vai reparar que essa é uma outra forma de apresentar a salada caprese. :)
Porque esse tartar nada mais é do que tomate, mussarela de búfala, manjericão e azeite. É uma opção de entrada bem bacana. Essa mancha preta que tem na foto é o vinagre de azeitonas pretas da marca Cassino que eu coloquei um pouco para dar um toque diferente. Ficou muito bom.
Ingredientes
2 tomates maduros e sem pele
Mussarela de búfala fresca
Folhas de manjericão
Azeite de boa qualidade
Sal e pimenta do reino a gosto
Vinagre de azeitonas pretas

Lave os tomates e com o auxilio de uma faca faça uma cruz na parte inferior de cada um. Leve ao fogo em uma panela com água ate ferver. Retire os tomates do fogo e passe sob água corrente. Retire a pele e os caroços. Corte o tomate em pequenos cubos. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Reserve. Corte a mussarela de búfala em cubos do mesmo tamanho que estão os tomates. Separe algumas folhas de manjericão e coloque no liquidificador ou processador. Adicione azeite e bata. Reserve. Em um prato coloque um aro no centro. Forre o aro com os cubos de mussarela. Sobre essa camada coloque uma camada de tomate. Regue com o azeite de manjericão e algumas gotas do vinagre de azeitonas. Sirva.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

POLENTA MOLE DE GORGONZOLA COM SHIMEJI



Nem todo mundo conhece o shimeji branco que é uma variação do Shimeji tradicional, que tem o chapéu escuro. Ele é mais difícil de ser achado aqui no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro onde moro. Ele é muito consumido na Ásia, principalmente na China. É também um velho conhecido dos pratos japoneses O Shimeji Branco é uma boa fonte de lisina e vitamina B1 e possui um sabor delicado.

Esse cogumelo cresce em pencas, com um chapéu, até cerca de 2 centímetros de diâmetro. Também possui níveis nutricionais elevados e baixo índice de calorias, o que o torna ideal para dietas. No lado benéfico, estudos indicam sua eficiência no combate ao câncer e ao colesterol.

Ingredientes
1 xícara de fubá de milho fino
50 gr de queijo gorgonzola
2 xícaras de caldo de frango ou legumes
Sal e pimenta do reino branca a gosto
2 folhas de salvia
1 prato de cogumelos shimeji brancos
Manteiga e azeite a gosto
2 dentes de alho
½ copo de conhaque

Lave bem os cogumelos e solte os brotos separando-os um dos outros. Em uma frigideira coloque um pouco de azeite e deixe aquecer. Esprema os dentes de alho e deixe fritar até que esteja dourado claro. Adicione os cogumelos e mexa bem. Refogue por alguns minutos e acrescente o conhaque. Flambe. Tempere com o sal e a pimenta do reino a gosto. Deixe reduzir o caldo que se forma no fundo da frigideira e reserve. Em uma panela coloque o caldo de frango para esquentar, quando estiver quente vá acrescentando aos poucos, mexendo sempre, o fubá até formar uma polenta mole. Pegue um ramequim e forre o fundo com uma camada de polenta, acrescente uma camada fina de queijo gorgonzola e uma folha de salvia. Cubra com outra camada de polenta mas deixe um espaço. Coloque os cogumelos por cima e sirva quente.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

ESPAGUETE DE ABOBRINHA AO SUGO






Há muito tempo venho procurando uma maquina que me permitisse cortar alguns legumes em forma de macarrão, bem fininhos e longos. Existe uma máquina, que às vezes encontramos em algumas barracas de feira de rua, onde você coloca o legume sobre dois suportes e um braço móvel vem raspando em círculos o legume, gerando um fio enorme. Essa maquina não é muito fácil de ser achada. Comprei na semana passada em São Paulo um aparelhinho bem mais fácil, barato e super útil. Foi um desses cortadores de casca, só que esse ao invés de retiras tiras, retira fios bem finos iguais ao macarrão. É próprio para legumes e é com ele que o pessoal das casas orientais faz aqueles fios mínimos de nabo, cenoura, etc... eu comprei em uma quitanda japonesa. Esse prato, que é vegetariano, é ideal para dietas, pois é muito saboroso e bem leve, alem do fato de ser visualmente convidativo. Gostei bastante. Da próxima vez vou tentar com cenouras e molho de gorgonzola – deve ficar ótimo também.
Na hora de escolher as abobrinhas escolha as mais finas e bem compridas porque você não vai aproveitar o miolo. Quanta mais longa for, maiores serão os fios.

Ingredientes
(2 pessoas)
2 abobrinhas grandes – 200 gr de molho de tomate – veja a receita aqui
Sal e pimenta do reino a gosto
Queijo parmesão ralado de boa qualidade

Preparo
Lave bem as abobrinhas e com o auxilio do cortador faça os fios. Corte até chegar a parte branca bem próxima as sementes. Reserve. Em uma panela coloque água e leve ao fogo, quando estiver fervendo coloque sal e as tiras de abobrinha. Deixe cozinhar por alguns minutos. O tempo vai depender da consistência que você gosta da abobrinha. Eu, por exemplo, gosto quando ela esta macia, mas ainda um pouco crocante então deixo o tempo suficiente para que fique assim. Escorra e reserve. Aqueça o molho de tomate. Coloque as abobrinhas em uma vasilha e tempere com azeite, pimenta do reino e vinagre a gosto (Eu usei o meu de azeitonas pretas da Cassino). Cubra com o molho de tomate e queijo parmesão ralado. Sirva quente.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ESPUMA DE BATATA COM CRISP DE PARMA E GEMA POCHÊ




Espuma de Batata com Crisp de Parma e Gema Pochê

Gostei dessa receitinha que peguei a idéia de uma reportagem sobre a semana de gastronomia de São Paulo. A reportagem não tinha receita nenhuma, era só a foto dos pratos e como imagem é tudo... fiz algumas alterações e saiu esse prato gostosinho. O titulo da foto era: ovo mole, espuma de batata e pó de linguiça. Como eu não tinha linguiça em casa e precisava fazer alguma coisa para comer a noite fiz algumas mudanças e gostei bastante do resultado. Troquei a linguiça pelo presunto de parma e temperei minha espuma de batata ao meu gosto, assim como deixei o ponto do ovo tambem ao meu gosto. Eu gosto de tudo bem temperado por isso cozinhei minhas batatas em caldo de carne. Servem duas pessoas.

Ingredientes
2 batatas médias
250 ml de leite
Queijo parmesão a gosto

2 colheres de sopa de manteiga
1 vidro de creme de leite fresco
Caldo de carne suficiente para cobrir as duas batatas
Sal, pimenta do reino branca e noz moscada a gosto
2 ovos
Fatias de presunto de Parma a gosto


Lave bem as batatas. Em uma panela coloque o caldo de carne com as batatas com casca para cozinhar. Deixe ate que fiquem bem macias. Esprema as batatas com o auxilio de um espremedor, acrescente a manteiga e um pouco de leite. Com o auxilio de um mixer bata as batatas até obter um creme homogêneo e bem liso. Acrescente mais leite se for preciso até obter um creme leve. Tempere com a pimenta e a noz moscada. Adicione o queijo e um pouco de creme de leite. Prove e acerte o sal.
Em outra panela esquente um pouco de água. Separe as gemas das claras. Bata as claras em neve e acrescente ao creme de batatas. Reserve. Coloque a gema por 2 minutos na água fervente e retire com cuidado para não estourar. Corte as fatias de presunto de Parma em tirinhas e coloque em um pratinho forrado com papel toalha. Coloque no micro ondas por 30 segundos ou um pouco mais se desejar que fiquem mais torrados. Coloque o creme de batatas em um prato fundo ou ramequim. Disponha a gema pochê no meio e os crisps de Parma ao redor. Regue com um fio de azeite e sirva quente.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

TORTINHA DE CHOCOLATE COM MORANGOS





TORTA DE CHOCOLATE COM MORANGO

Invenção que deu certo. Minha dieta vai de mal a pior! Sinto muita falta de comer um chocolate e acabo não resistindo a esse vicio. Essa semana fiz uma torta de chocolate, que já postei a receita aqui, e tinha um restinho na geladeira. Eu havia comprado uns morangos que estavam lindos, mesmo já estando fora da época, e como morango e chocolate tem tudo a ver, resolvi come-los juntos. Fiz um fundo com a torta de chocolate e cobri com pedacinhos de morango. Finalizei com um coulis de morango com mel. Combinação perfeita. Maravilha. Sobremesa fácil, simples, bonita e acima de tudo gostosa. Se você não tiver um bolo em casa, pode comprar um desses prontos e molhá-lo com uma calda de chocolate feita em casa com chocolate derretido e um pouquinho de conhaque. O ideal nessa receita é que o bolo seja bem molhadinho.

Torre de chocolate com morango

Ingredientes
Bolo de chocolate
1 caixa de morangos
Mel

Com o auxilio de um aro corte o bolo. Se a camada estiver muito alta então corte-a pelo meio. Lave bem os morangos e separe pela metade. Uma parte corte em pedaços pequenos e preencha o restante do aro. A parte restante coloque em um liquidificador. Adicione mel a gosto e bata até obter um creme liso. Se desejar adicione folhas de hortelã e processe junto. Retire o aro e sirva com o coulis.





terça-feira, 11 de outubro de 2011

GÂTEAU LAWRENCE

Sou chocólatra confessa e minhas filhas também. Qualquer receita de chocolate esta dentro de nossa lista de sobremesas preferidas. Essa receita eu nunca havia testado e fiz pela primeira vez essa semana. Ela é muito parecida com outra receita que possuo com uma única diferença – não leva nenhuma farinha. O bolo fica muito gostoso, bem molhadinho e pode ser comido por celíacos já que não contem glúten. O único problema é que a receita da um bolo bem pequeno, eu usei um forma de 10 cm de diâmetro e mesmo assim ele fica bem baixinho, mas vale a pena – é muito bom. Na receita original, que eu peguei em um blog de culinária que não me lembro mais o nome, mandava colocar na cobertura chocolate derretido com manteiga, mas eu achei que ficava muito gorduroso então substitui a manteiga por creme de leite fazendo um ganache. A receita também pede chocolate 70% amargo, mas se você não encontrar pode substituir pelo chocolate amargo que encontramos nas lojas de confeitaria que também da certo, mas, por favor, utilize chocolate puro, sem gordura hidrogenada - sempre. O bolo fica bem escuro e com um sabor intenso. O tempo de cozimento é pequeno, mas dependerá do forno de cada um por isso é bom ficar olhando sempre para verificar.

Ingredientes
Bolo:
180g de chocolate preto puro (70% de cacau)
175g de manteiga amolecida
125g de açúcar não refinado (usei açúcar mascavado escuro)
200g de amêndoa triturada
4 ovos separados

Cobertura:
100g de chocolate preto (70% de cacau)
1/2 caixinha de creme de leite sem soro
Preparo
Corte em pedaços e derreta o chocolate em banho-maria. Reserve. Bater a manteiga com o açúcar na batedeira até obter uma massa macia e cremosa. Separe as gemas das claras e reserve. Incorporar as amêndoas trituradas, as gemas de ovo e o chocolate derretido e bater bem. Bater as claras em neve firme e adicione-as, rapidamente, ao preparado anterior.
Forre uma forma redonda com papel manteiga e unte com farinha ou com chocolate em pó. Coloque a massa dentro e leve ao forno médio até que esteja cozido. Deixe esfriar um pouco o bolo antes de o desenformar. Para a cobertura derreta o chocolate em banho Maria. Quando tiver derretido adicione o creme de leite e espalhe sobre o bolo. Deixe esfriar e sirva acompanhado de sorvete ou puro.
Esta receita é do livro "A Cozinha Francesa" da escritora Joanne Harris e eu peguei de um blog de culinária que não lembro o nome (sorry).

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

RAVIOLI DE PATO COM MOLHO DE LARANJA

Umas semanas atrás eu fiz um pato assado e sobraram alguns pedaços que eu desfiei e guardei no freezer. Resolvi aproveitar esses pedaços e fazer um recheio de ravióli acompanhado com um molho de laranja. Na hora pensei em outros molhos para acompanhar o prato... brie com damasco, somente damasco, pêra seca, maça ácida, molho branco e até molho ao sugo mas acabei optando por essa versão mesmo de molho de laranja que inventei na hora com uma mistura de algumas coisas que possuía em casa. Ficou bom e leve, mas ainda pode melhorar. As quantidades abaixo são para duas pessoas

Para a massa
200 gr de farinha
2 ovos
2 colheres de sopa de azeite
Água um quanto baste
(Veja a receita da massa aqui)
Recheio
Pedaços de pato assado
Para o molho
2 laranjas
3 colheres de sopa de manteiga
Azeite
1 cebola media
1 dente de alho
1 colher de sopa de mostarda dijon
Folhas de sálvia
Sal e pimenta do reino a gosto
½ copo de conhaque

Faça a massa e corte os raviólis. Eu possuo uma forma de corte de ravióli que permite você fazer 12 raviólis de uma única vez. É super pratica, mas os raviólis ficam pequenos. Às vezes prefiro fazer um corte maior, como esses da foto, com um molde de aro grande, corte duas rodelas, recheio e junto as duas. Fica bonito. Corte as rodelas de ravióli. No meu recheio, como disse lá em cima, aproveitei uns pedaços de um pato que eu já havia assado, mas, se você desejar, compre coxas (que são mais baratas e servem para desfiar) de pato, faça um bom tempero e asse. Depois de assadas, desfie as coxas e recheie os raviólis generosamente. Feche a massa e reserve. Faça o molho.
Em uma panela coloque para refogar a cebola picada com o alho na manteiga. Quando estiver transparente, retire do fogo e coloque em um processador. Adicione o suco das laranjas coado sem caroços. Bata até obter um suco homogêneo. Volte à panela e acrescente o conhaque, a mostarda e gotas de azeite. Leve ao fogo baixo. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Coloque as folhas de sálvia e deixe reduzir. Prove e acerte o sal se for necessário.
Esquente uma panela grande com bastante água e sal e leve os raviólis para cozinhar por 3 minutos. Escorra e reserve. Em um prato fundo coloque um pouco de molho e três raviólis por pessoa. Cubra com o molho de laranja e queijo parmesão ralado. Sirva.






sexta-feira, 30 de setembro de 2011

LENTILHA ROSA COM PALHETA DE PORCO E GELÉIA DE FRUTAS VERMELHAS


A lentilha rosa é uma das variedades da lentilha que podemos encontrar no mercado. Essa variedade, alem da cor inusitada e linda, é bem mais leve e delicada que a tradicional lentilha que estamos acostumados a usar nos pratos árabes conhecidos aqui no Brasil. A lentilha rosa cozinha bem mais rápido e tem um sabor mais delicado, por isso mesmo é indicada para pratos de salada ou com o tradicional arroz de lentilhas. Aqui no Rio costumo comprar nas Casas Pedro mas acredito que seja fácil achar em qualquer bom empório.




Ingredientes
200 gr de lentilha rosa
½ tablete de caldo de legumes
1 cebola
½ alho poro
1 dente de alho
Amêndoas
Geléia de frutas vermelhas
Para a Palheta
1 palheta de porco temperada
2 cebolas médias
3 dentes de alho
1 alho poro
1 cenoura grande
Alguns talos de aipo
1 copo americano de vinho branco
Sal e pimenta do reino a gosto
1 bouquet garni

Preparo
De véspera coloque a palheta em uma vasilha com o vinho, as cebolas cortadas em pequenos pedaços, o alho poro picado, a cenoura em cubinhos, as ervas, o alho picado e o aipo.
Coloque a palheta e os temperos em uma travessa que possa ir ao forno. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Cubra com papel de alumínio e leve ao forno por, pelo menos, 1:30 hs ou até que a palheta esteja bem macia. Você pode servir o molho do jeito que ficou no forno, com os pedaços dos temperos ou retirar a palheta, e coar o molho retirando a parte solida dos temperos.
Lave bem as lentilhas e coloque em uma panela com água até cobrir. Coloque ½ tablete de caldo de legumes e leve ao fogo até que fique macia. Cuidado para não deixar passar do ponto e ficar um creme. Retire do fogo e reserve. Em uma frigideira coloque um fio de azeite. Adicione o alho picado e a cebola fatiada em fina. Refogue ate que a cebola esteja bem transparente, adicione o alho poro bem fino e deixe refogar. Desligue o fogo e misture o refogado de cebolas com as lentilhas. Adicione algumas amêndoas sem cascas torradas e reserve. Monte o prato colocando fatias da palheta assada, uma porção da lentilha com amêndoas e uma porção de geléia de frutas vermelhas.
Sirva acompanhada da lentilha e com uma porção de geléia de frutas vermelhas.




terça-feira, 27 de setembro de 2011

SALADA DE FOLHAS COM KANI KAMA

Tem dia que você quer comer alguma coisa bem leve, daquelas que não pesam no estomago, mas que agradam no paladar. Foi em um dia desses que resolvi fazer essa saladinha de Kani Kama de preparo bem rápido, simples e barato. O melhor de tudo ... super saborosa. O toque especial ficou por conta das castanhas do caju, que eu adoro nas saladas, e no vinagre aromatizado da marca Cassino, que você encontra nos supermercados Pão de Açúcar. Tem vários sabores: maracujá, tangerina, azeitonas, etc... dá um sabor diferenciado na salada.

1 maço de alface roxo
1 maço de rúcula
1 pacote de kani kama
Castanhas do caju
Tomate confit
Vinagre aromatizado de azeitonas

Lave bem as folhas de alface e de rúcula. Seque. Pegue o kani kama e desfie. Reserve. Arrume as folhas da alface e da rúcula em um prato fundo, tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Polvilhe o vinagre aromatizado de azeitonas. Regue com azeite. Distribua as lascas de kani kama, os tomates confit e as castanhas do caju. Sirva.



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CARNE SECA COM PURÊ DE BATATA BAROA, COUVE PALHA E CROUTONS DE BANANA




Comida simples com roupagem diferente, essa é a minha receita de hoje. Como dizem nos programas de culinária “desconstruir o prato”, essa é uma desconstrução do escondidinho de carne seca com purê de batata baroa, uma forma mais bonitinha de apresentar o prato porem com o mesmo sabor. A diferença aqui talvez esteja apenas no gratinado – que nessa versão não existe. Em compensação acrescentei a couve palha (frita) e os croutons de banana da terra fritos, que deram um sabor todo especial ao prato. Gostei muito dessa experiência.

Receita para duas pessoas

INGREDIENTES
200 gr de carne seca de boa qualidade
1 cebola grande
½ alho poro
2 dentes de alho
300 gr de batata baroa
1 caixa de creme de leite
Queijo parmesão ralado
Noz moscada
½ tablete de caldo de frango
Sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres de manteiga
1 molho de couve
2 bananas da terra
Azeite
Óleo para fritar

Na véspera coloque a carne seca de molho em uma vasilha com bastante água. Se possível troque a água umas três vezes para retirar o sal. No dia seguinte, leve a carne seca com água em uma panela de pressão por 1 hora ou até que fique macia. Escorra e desfie a carne retirando todos os pedaços de gordura. Descasque a cebola e com o auxilio de um mandolim corte fatias bem finas. Reserve. Lave e corte em fatias bem finas o alho poro. Em uma frigideira coloque um pouco de azeite e deixe esquentar. Coloque a cebola e deixe suar, acrescente o alho poro e o alho picado e deixe refogar até que todos os ingredientes estejam transparentes, mas não deixe queimar. Por ultimo adicione a carne seca desfiada, misture bem e refogue por alguns minutos. Reserve. Descasque e corte as batatas baroas. Coloque em uma panela com água e com o tablete de caldo de frango. Leve a fogo médio até que fiquem macias. Escorra e passe em um espremedor até obter um creme liso e homogêneo. Adicione a manteiga, o queijo parmesão a gosto. Tempere com noz moscada e pimenta do reino branca a gosto. Adicione um pouco de creme de leite, mas não deixe a consistência muito molhada porque isso prejudicará na hora de enformar o purê. Reserve. Lave bem as folhas da couve, seque e corte bem fininha. É importante que estejam secas para não respingar na hora da fritura. Em uma panela com bastante óleo coloque porções pequenas da couve para fritar. Faça esse processo até terminar toda a couve. Escorra e tempere com sal e pimenta do reino. Reserve. Descasque e corte a banana da terra em pedaços bem pequenas e regulares. Frite a banana e escorra. Monte o prato. Coloque no centro do prato um aro de molde. Forre o fundo do aro com uma camada generosa de purê de batata baroa. Cubra a batata com a carne seca refogada. Com o auxilio de uma colher, retire o aro. Coloque a couve frita ao redor do purê e carne seca. Espalhe os croutons de banana pela couve e enfeite com alguns pedaços sobre a carne. Enjoy!



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

NHOQUE DE BATATA INGLESA COM MOLHO AO SUGO


Já postei aqui nesse blog receita de nhoque de batata baroa (mandioquinha), de beterraba e de ervilha mas não tinha colocado, ainda, a receita do nhoque tradicional de batata inglesa. Essa minha receita e de uma coleção muito antiga da revista Claudia Cozinha e de todas as receitas que eu já experimentei é a que eu mais gosto porque o nhoque fica bem leve e para mim não existe nada pior que massa de nhoque pesada. Já fiz ele gratinado no forno ou assim com molho separado. Todas as combinações são ótimas, só não tentei ainda fazer o nhoque recheado. Bom proveito.

Nhoque de Batata com molho ao sugo

Ingredientes
Para o Nhoque
500 gr de batata inglesa
1 1/2 xícara de farinha de trigo
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de manteiga
1 ovo
sal e noz moscada a gosto
Para o molho
1 vidro de passata de tomate italiano
1 cebola média
2 dentes de alho
1/2 alho poro
1 tablete de caldo de frango
1 vidro de catchup
ervas (tomilho, salvia e manjericão)

Preparo
Primeiro prepare o molho. Em uma panela coloque todo o vidro da passata de tomate. Encha o vidro pela metade água e coloque em um liquidificador. Adicione a cebola sem casca cortada em pedaços médios, o alho poro e os dentes de alho sem casca. Bata tudo até obter um creme homogêneo. Misture esse creme a passata já disponível na panela. Acrescente o tablete de caldo de legumes ou frango. Tempere com pimenta do reino a gosto. Leve ao fogo médio até começar a ferver. Diminua o fogo e deixe reduzir. Prove a acerte a acidez com o catchup colocando de 3 a 4 colheres de sopa. A quantidade vai depender da acidez do tomate da passata que voce estiver utilizando. Acrescente as ervas e deixe reduzir mais um pouco. Acerte o sal se for necessário ou o catchup se estiver muito acido. desligue o fogo e reserve.
Para o Nhoque: Lave bem as batatas com casca e coloque as para cozinhar em uma panela com água fervente até que estejam macias. Escorra, retire a casca e passe por um espremedor. Adicione o queijo, a manteiga e o ovo. Misture bem. Tempere com pimenta do reino branca e nos moscada. Misture novamente. Aos poucos vá acrescentando a farinha de trigo até que faça uma massa homogênea e possível de se trabalhar. Quanto menos farinha for adicionada mas leve ficará o seu nhoque. A quantidade de farinha depende do tipo de batata utilizado. Sobre uma superfície lisa polvilhe um pouco de farinha de trigo. Coloque porções de massa, enrole e corte em quadrados de nhoque. Em uma panela com água e sal fervente cozinhe os nhoques até que subam para a superfície da panela. Coloque as porções no prato, cubra com o molho e sirva com queijo parmesão ralado.



terça-feira, 13 de setembro de 2011

TARTAR DE FRUTAS COM CALDA DE LARANJA, MEL E GENGIBRE



Não me lembro exatamente onde vi uma receita parecida com essa. Na verdade não cheguei nem a ler a receita, mas me lembro que olhei a foto e achei linda, super interessante e uma forma bem diferente de servir uma salada de frutas, porque no fundo, no fundo não passa de uma salada de frutas – chique, é claro, mas uma salada de frutas, com nome importante, mas uma salada de frutas!
A verdade é que eu não sei se vi essa foto em um blog de culinária ou se vi em uma revista de gastronomia ou em outro lugar, o fato é que me chamou a atenção. Isso tem tempo e semana passada resolvi comprar umas frutas e colocar essa imagem na pratica... e depois na barriga. Rsrsrs
Adorei! Achei leve, fácil, gostosa e um visual lindo.
A quantidade abaixo serve duas pessoas.

8 morangos maduros e bem vermelhos (lavados)
2 kiwis
1 pera
5 laranjas
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de conhaque
1 colher de sopa de mel
Gengibre a gosto
Raspas de chocolate meio amargo

Em uma vasilha corte os morangos em quadradinhos pequenos. Descasque e corte em quadrados pequenos os kiwis e a pêra. Junte ao morango. Pegue duas laranjas e descasque retirando a pele e os caroços. Corte em quadrados pequenos e junte as outras frutas. Tente fazer com que os pedaços fiquem todos do mesmo tamanho. Reserve. Em uma panela pequena coloque o suco coado das três laranjas restantes. Adicione o açúcar, o mel, o conhaque e tempere com a quantidade desejada de gengibre.
Deixe no fogo baixo até reduzir pela metade e formar uma calda um pouco mais consistente. Em um prato e com o auxilio de um aro arrume as frutas. Retire o aro e regue tudo com a calda. Por cima polvilhe raspas de chocolate meio amargo. Enjoy!! Très Bien.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

TORTA DE MAÇA


Torta de Maça com Passas

Essa receita foi meio que inventada por isso não guardei as medidas porque fiz tudo de olho. Algumas vezes gosto de misturar um pouco de castanhas ou amêndoas nas massas de torta porque sempre fica um pouco diferente e sai da receita tradicional. Algumas vezes também troco a receita da massa por uma receita de biscoito, isso dá uma valorizada na torta. Essa receita eu misturei farinha de castanhas do caju que eu costumo comprar aqui no Rio, moída. Se na sua cidade não tiver, basta colocar as castanhas no liquidificador e fazer uma farinha – é bem fácil. A receita é para uma forma pequena.

Ingredientes
1 ½ xícara de farinha de castanhas
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
Manteiga o quanto baste para dar liga na massa
Recheio
5 maças sem casca e sem caroços
½ limão
1 copo de água
1 copo de açúcar
Canela em pó
100 gr de passas brancas
50 gr de passar pretas no rum
2 gemas
1 copo de leite
1 colher de sopa de maisena
1 colher de chá de essência de baunilha

Corte 3 maças em cubinhos e coloque em uma panela com o suco de limão, a água e o açúcar. Deixe cozinhar até evaporar quase toda água e a maça ficar bem macia – quase uma geléia, mas com os pedaços visíveis. Em outra panela coloque o leite e as gemas de ovo. Mexa bem ate incorporar. Adicione a maisena e mexa bem sem deixar grumos. Coloque algumas gostas de essência de baunilha. Leve ao fogo mexendo sem parar ate formar um creme. Reserve. Faça a massa da torta. Em uma vasilha coloque as farinhas e o açúcar. Mexa ate estar bem homogêneo. Vá acrescentando manteiga aos pedaços e misturando ate obter uma massa que possa ser trabalhada. Pegue uma forma de fundo falso e forre com a massa. Leve ao forno rapidamente para “secar” a massa mas não deixe assar por completo. Misture as maças no creme de leite com gemas. Adicione as passas brancas e as passas ao rum. Tempere com canela a gosto. Retire do forno a massa e deixe esfriar um pouco. Coloque o recheio. Polvilhe tudo com canela. Descasque as outras duas maças restantes e retire os caroços. Corte cada maça em quatro e corte fatias finas para cobrir toda a forma. Faça uma mistura de manteiga derretida com açúcar e canela e pincele toda a superfície da torta. Leve ao forno até ficar cozida. Sirva com sorvete de creme.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

GRÉCIA


A Grécia é linda! e tem muita coisa que é parecido com o Brasil. Tem lixo em sacos pretos nas esquinas, o transito é meio complicado e quando chove... aparece camelô na rua vendendo guarda chuva. Mas apesar disso tudo tem monumentos lindos, praias fantásticas e é muito agradável.

A Acrópole é um templo dórico também chamado de Parthenon e fica num pequeno morro que a noite é todo iluminado. LINDO! É realmente emocionante ver e andar ao seu redor, apesar das centenas de turistas tirando foto e correndo de um lado para outro. Acrópole foi dedicada a Deusa padroeira da cidade ( Atenas ). Vale a pena visitar o museu onde é possível ver estatuas que serviam de colunas e outras peças de mármore que faziam parte do conjunto.

Outro lugar curioso é o mercado em Atenas, todo a céu aberto (parece a rua da Alfândega :) ) onde vende -se de tudo: frutas, carne, bugigangas - é um passeio interessante para se conhecer o povo local.

Almoçamos em um restaurante nesse mercado onde a comida estava muito boa. Comemos porco, carneiro, salada grega (delicia) uns rolinhos com yogurte e mussaka (prato típico com carne moída e berinjela). Vale a pena experimentar os pratos típicos e os doces que são a base de massa folhada, muitas nozes e mel.


O que vale a pena conhecer: O bairro de Plaka com vários restaurantes e bares. O estádio da cidade que foi modificado para as Olimpíadas e fica no centro, nesse estádio aconteceu o final da ultima maratona na Grécia


MIKONOS



Fomos para Mikonos de barco, o Vodafone, que é bem grande. Tem dois andares, confeitaria, bar e você pode optar por primeira classe, executiva e turística. É aconselhável comprar as passagens com antecedência porque o barco esta quase sempre muito cheio e corre-se o risco de não achar na hora passagem.. A primeira parada é em Lyros mas não se pode deixar o barco. Chaga-se a Viata de longe parece meio agitada com um comercio grande no porto.

A chegada a Mikonos é linda.


Ficamos num hotel muito bonitinho que infelizmente não me lembro do nome mas fica numa elevação e da para se ver uma parte da ilha. Almoçamos perto de Litle Venice no restaurante Taverna de Nikos onde comemos um polvo com salada grega maravilhoso (a salada é tomate, cebola, pepino, queijo feta e azeitona), o carneiro também estava ótimo.

O centro da ilha é todo com ruas bem estreitas parecendo um labirinto feito para barrar o vento e confundir os piratas. Tem que prestar muita atenção para não se perder, mas é lindo. Tem muitas butiques de grife, muitas lojas de jóias - o ouro é barato e algumas jóias são bem bonitas



O ideal em Mikonos é alugar um quadriciclo e rodar a ilha com ele para se ver todas as praias. Foi o que fizemos. Uma praia bonita é Kalafati e Farina que fica no norte da ilha e tem praias com um mar azul que é uma beleza.

Os restaurantes colocam sofás na areia e as mulheres fazem toples numa boa. Paradise é uma praia de águas calmas azuis - como todas na ilha - é uma praia de nudismo onde o pessoal nem liga se você chegar de roupa.
As praias do norte da ilha são mais agrestes com menos movimento, mas sempre com águas azuis.

Fomos conhecer um monastério antigo, lindo, que fica numa pracinha com restaurantes. Almoçamos la. Comemos lula frita, e sardinha frita com salada e pão com azeite tudo muito bem feito. A noite o bom é ir para o centro da cidade, sentar num banquinho e ficar apreciando os turistas. A ilha fica entupida de gente.

SANTORINI


Chega-se a Santorini de barco igual ao que vai para Mikonos. A subida do porto ate o centro da ilha é de arrepiar, É uma estradinha estreita altíssima, toda em mão dupla ate ao final da subida. Da um medo, mas vale a pena.



Quando se chega no topo da subida é uma surpresa pois o outro lado é uma planície que vai ate o mar. A parte antiga fica no topo da ilha, os hotéis mais modernos ficam nas praias. Nosso hotel (Kamari Beach) fica em frente a uma praia e tem os quartos enormes. O meu tem dois ambientes: quarto, sala e uma varandinha dando para a piscina e uma parreira cheia de uvas fazendo o teto da varanda,e é de frente para o mar – muito lindo.


Entre os hotéis e o mar tem uma rua cheia de lojas e restaurantes com mesas de um lado e do outro da rua e não pode passar carro nela. No primeiro dia comemos num restaurante de massas muito bom e tomamos um vinho grego (Sigali) gostosinho.
Um lugar badalado para ver o por do sol é Oia, que fica nas escarpas do morro com muitas casas branquinhas, restaurantes e muita gente vendo o sol se por. Oia é linda!
Tudo branco e azul com muitas flores.





(Estrada de chegada a Santorini)


Thira é a capital da ilha ( o nome de Santorini na realidade é Thira) tem um bom comercio e fica no alto ,um pouco mais abaixo de Oia.

Santorini é toda ela cheia de parreiras que são bem pequenas quase enterradas na terra (por causa do sol e dos ventos), tem vários pés de pistache pela ilha, de figo e de romã (as romãs são enormes). Fomos a um deposito de vinhos e provamos dois vinhos brancos, mas não eram bons. O vinho vinsanto é usado como vinho do porto ( melhor que os brancos).


Almoçamos num restaurante perto do hotel muito agradável com mesas numa varanda. Comemos costeletas de carneiro, uma comida grega (kitracaki) é uma espécie de carne assada com risoni - muito boa. Bebemos cerveja grega Mithos, muito gostosa.

A praia que fica em frente ao nosso hotel não tem areia e sim pedras vulcânicas pretas. As pedras começam bem miudinhas e vão ficando maiores à medida que se chega perto da água. A água é transparente, mas como o fundo é de pedras fica escura somente no raso, mais para o fundo é azul como todo o mar onde estão as ilhas.


(Por do Sol em Oia)