terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PÃEZINHOS DE FUBÁ

Ingredientes

1 tablete de fermento para pão
1 1/2 xicara de leite morno
1 xicara de fubá
1/2 xicara de açúcar
1/2 xicara de manteiga (ou margarina) em temperatura ambiente
2 ovos ligeiramente batidos
2 colheres de chá de sal
6 xicaras de farinha de trigo
manteiga para untar fubá para polvilhar

Dissolva o fermento em 1/2 xicara de água morna. Junte o leite o fubá açúcar/2 xicara de manteiga o ovo, sal e 2 xicaras de farinha de trigo. Bata ate obter uma massa lisa. Adicione mais farinha de trigo ate obter uma massa que possa ser trabalhada com as mãos. Trabalhe a massa batendo bem ate ficar lisa e elástica. Deixe descansar dentro de uma tigela fechada com um saco plástico por cerca de 1h e meia.
Unte 2 assadeiras com manteiga e farinha de trigo. Divida a massa em 3 ou mais partes faça um circulo com cada parte e passe manteiga no circulo que foi aberto corte o circulo em triângulos e enrole cada triangulo da parte mais larga para a fina formando uma espécie de croissant. Cubra deixe crescer durante mais ou menos 1h. Antes de levar ao forno pincele os pãezinhos com manteiga derretida e salpique fubá em cima. Forno quente (200 graus) previamente aquecido. Asse ate ficarem dourados. Da mais ou menos 35 pãezinhos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

MIL FOLHAS


O mil folhas é um doce bem antigo e bem tradicional de origem francesa feito com massa folhada e recheio de creme. Hoje em dia é bem difícil achar uma receita tradicional, e gostosa, nas docerias – opinião minha. É um doce que eu gosto, mas que não é em qualquer lugar que consigo comê-lo. Para mim, o Mil Folhas precisa ser molhadinho, com bastante recheio, massa bem folhada e crocante. Normalmente os que encontramos por ai são bem secos. Já fiz essa receita com a massa filo e agora experimentei com a massa folhada – que ficou bem melhor. O creme pastisserie eu peguei de uma receita muito boa que tenho do livro da Roberta Sudbrack.

1 pacote de massa folhada
2 colheres de sopa de manteiga
2xicaras de leite
6 gemas grandes Ovos
6 colheres de sopa de açúcar
1 fava de Baunilha
3 colheres de sopa rasas de maizena
Açúcar de confeiteiro

Coloque o leite em uma panela com a raspa da fava de baunilha, quando levatar fervura desligue o fogo e deixe em infusão. Reserve. Prepare o creme de confeiteiro para que ele vá esfriando. Na batedeira coloque o açúcar e as gemas peneiradas. Bata bem até que esteja esbranquiçada. Escorra o leite para retirar as sementes da baunilha. Adicione na batedeira as colheres de maisena e va adicionando aos poucos, sempre batendo, o leite. Coloque a mistura em uma panela e leve ao fogo médio mexendo sempre até que crie um creme liso. Adicione as colheres de manteiga para dar brilho. Tampe e leve a geladeira. Reserve. Em um tabuleiro antiaderente abra a massa folhada. Leve ao forno médio até que fique dourada e cozida. Retire do forno e coloque sobre uma tabua. Corte a massa em retângulos regulares na quantidade que couber, dependendo do tamanho da forma. Monte um doce com quatro das oito lâminas reservadas, espalhando uma camada maior sobre a primeira base, e camadas menos generosas sobre a segunda e a terceira. Assim, o peso não deformará o doce. Pegue as bordas esfareladas e reservadas e cubra as laterais do doce. Polvilhe açúcar de confeiteiro sobre a quarta e última placa da montagem. Sirva.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PICADINHO DE FILE MIGNON


Adoro picadinho! É uma receita bem brasileira que agrada a quase todos os gostos. Todas as vezes que compro file mignon aqui em casa, guardo as aparas da peça principal para fazer três receitas: bouef bourguignon, strogonoff e picadinho. Um dos melhores picadinhos que eu já comi é o do restaurante Fred em Brasília, que fica situado na Asa Sul. Esse realmente é de tirar o chapéu. Geralmente os pratos de picadinho acompanham arroz, farofa, um ovo frito e banana frita.

Aparas de File mignon
1 ½ cebola
2 dentes de alho
½ alho poro
½ tablete de caldo de carne
1 cálice de conhaque
Molho inglês
1 colher sopa de mostarda preta
Sal e pimenta do reino a gosto
Tomilho

Pique com a faca o file mignon em pedaços bem pequenos, quando menor melhor. Tempere a carne com sal, pimenta do reino e o alho bem picado. Reserve. Em uma panela coloque um pouco de azeite e uma colher de manteiga. Deixe aquecer e coloque a carne para dourar. Quando a carne estiver dourada adicione o conhaque e flambe. Mexa bem e adicione a cebola bem picadinha. Deixe suar e adicione o alho poro bem picado. Deixe refogar por alguns minutos e acrescente o caldo de carne, o molho inglês a gosto, a mostarda e o tomilho. Diminua o fogo e deixe reduzir ate que esteja bem macio. Sirva acompanhado de arroz branco, farofa e ovo.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

RAVIÓLI DE MOUSSELINE DE BATATA BAROA

A primeira vez que fui ao restaurante Olympe, do Claude Troisgros experimentei um prato de entrada que me encantou – o ravióli de mandioquinha. A primeira vista, olhando-se apenas o nome no cardápio, você pode ficar meio na duvida se um ravióli que o recheio é uma raiz possa ser gostoso. Ainda bem que a minha curiosidade venceu todas as outras opções de entradas, também muito tentadoras, e embarquei nessa experiência. Depois da sensação e do sabor desse ravióli é difícil escolher outra entrada no Olympe! Isso já aconteceu há algum tempo atrás e desde então tenho vontade de tentar acertar essa receita, que aparentemente parece fácil. Sabe aquela coisa que você tem sempre vontade, mas acaba, por um motivo qualquer, adiando? Então, foi isso que aconteceu com o meu ravióli! Mas essa semana não tive duvida! Ravióli de Baroa para o jantar com uma taça de vinho! Peguei a receita do Claude na internet e coloquei em pratica. O resultado não ficou exatamente igual ao dele, que deve ter algum segredinho mas, mesmo assim, ficou fantástico. Marrrravilha!!
Para das pessoas

Ingredientes

4 quadrados de massa de bem fina, de 10 cm x 10 cm, "al dente"
100 g de batata Baroa descascada
50 ml de creme de leite
100 g manteiga
25 g de amêndoas tostadas
2 colheres (sopa) de molho de soja
sal e pimenta a gosto
Modo de preparo

Faça a massa conforme explicado aqui. Se você não tiver maquina em casa, compre massa de lasanha de boa qualidade e corte em quadrado. Faça o purê de batata baroa. Descasque e coloque para cozinhar a batata Baroa na água com sal. Quando estiver bem macia, escorra e bata no processador de alimentos ainda quente. Passe pela peneira para que fique bem lisa. Coloque em um pirex e deixe sobre o fogo para retirar toda a água. Acrescente o creme de leite fervendo. E misture bem até obter uma consistência bem lisa. Tempere. A receita original do Cloude não manda, mas eu temperei com noz moscada, que eu amo, e pimenta do reino branca. Colocar a manteiga no fogo até espumar e ficar com cor e cheiro de avelã (manteiga noisette). Temperar com pouco sal. Eu acrescentei umas folhas de salvia que não estavam na receita. Cozinhe os quadrados de massa “al dente”. Para a montagem e finalização do prato, disponha um quadrado da massa "al dente" no fundo do prato e cobra com uma camada generosa de purê de Baroa. Cubra com outro quadrado de massa e coloque em um forno com salamandra para esquentar. Regue com a manteiga noisette e disponha as amêndoas por cima. Acrescentar 1 colher de molho de soja na hora de servir.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

LÍNGUA DEFUMADA COM PETIT POIS


Não gosto de miúdos. Na minha casa, desde que eu era pequena, sempre fomos acostumados a ter comidas diferentes na mesa além das tradicionais: frango, carne, porco e peixe. Comer pato, codorna, perdiz, rã, etc ... Nunca foi nada demais porque estávamos acostumados a isso. Da mesma forma pratos feitos com miúdos também apareciam no cardápio esporadicamente porque meu pai é fã dessas coisas: rabada, fígado, dobradinha, língua, etc... são receitas que são familiares porem não são todas que o meu paladar se acostumou. Não gosto de fígado, não gosto de moela, coração ou dobradinha, mas adoro língua. A língua é um dos meus pratos preferidos, mas tem que ser língua defumada pois da fresca eu não gosto. Eu aconselho para quem não conhece e/ou nunca comeu a língua defumada a experimenta-la! É maravilhosa! Não é em todo lugar que é fácil encontrar, mas em bons supermercados e às vezes ate mesmo em bons açougues é possível compra-la. Aqui no Rio costumo comprar na Casa do Alemão. Deixe seu preconceito de lado e experimente essa iguaria.

1 língua defumada
2 Cebolas
2 folhas de louro
2 tomates maduros
1 lata de extrato de tomate
2 dentes de alho
1 lata de ervilhas
Azeite
Sal e pimenta do reino a gosto
Vinagre

Lave a língua e coloque em uma panela de pressão com uma cebola e as folhas de louro. Leve a pressão por 20 minutos após começar a apitar. Retire a pressão e escorra a água. Com o auxilio de uma faca bem amolada retire a pele de toda a língua e limpe bem a peça. Passe vinagre e corte em fatias não muito finas, em torno de 0,5 cm. Em uma panela aqueça o azeite e coloque a cebola bem picada com o alho para refogar. Adicione os tomates picados e sem casca e faça um molho. Acrescente os pedaços de língua e o extrato de tomate com um pouco de agua. Tempere com sal e pimenta se for necessário. Deixe refogar por alguns minutos. Na hora de servir adicione as ervilhas escorridas e sirva acompanhada de arroz branco.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CASQUINHA DE KANI KAMA

Casquinha de Kani

O Kani-kama é uma invenção japonesa, um prato típico do Japão feito de caranguejo. Em japonês, a palavra kani significa caranguejo e deu origem ao nome do produto porque é aromatizado com extrato ou carne desse crustáceo. O principal componente do kani é o surimi – massa feita com carne de pescado. Para seu preparo são usados peixes de carne muito branca, provenientes dos mares mais gelados. A carne é moída e lavada em água doce gelada. Ao surimi são acrescentados extrato de caranguejo ou lagosta e outros ingrediente. Essa pasta é moldada em finas camadas, que são enroladas até ficarem com 1,5 cm de diâmetro. O kani kama é alimento rico em proteína. O kani kama pode ser comido cru, em saladas, acompanhado de molho shoyu ou comido após ser ferventado por algum tempo, temperado com limão. O Kani é uma opção para substituir receitas a base de crustáceos.

300 gr. Kani kama cortado em tirinhas
4 dentes de alho
1 Cebolas
Sal e Pimenta do reino a gosto
1 tomate sem pele e sem sementes
100 gr . de queijo parmesão
Azeite de oliva
3 colheres de sopa de leite de coco
2 xícara(s) (chá) de farinha de rosca
Salsa

Em uma panela, aqueça o azeite de oliva para dourar a cebola e o alho. Em seguida junte o tomate e refogue até tudo ficar macio. Acrescente o kani desfiado e o leite de coco. Mexa bem e tempere com sal, pimenta do reino e a salsinha picada. Coloque a farinha de rosca aos poucos até obter um creme. Disponha esse creme nas casquinhas ou recipientes untados com azeite de oliva. Junte um pouco de farinha de rosca com o queijo ralado e salpique essa mistura por cima de cada porção. Leve ao forno médio pré-aquecido até gratinar. Sirva em seguida.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PATAGÖNIA


PATAGONIA

Cidade de Ushuaia

A Patagônia é um lugar lindo que merece uma visita. A viagem de avião de Buenos Aires ate Ushuaia leva 3h e 30m.
Fomos em Novembro e o frio era grande. Ao chegarmos no aeroporto de Ushuaia, nevava e faziam 3 graus. Ushuaia e Calafate, cidades que visitamos, fazem parte da Argentina. Ushuaia é uma cidade pequena com poucas ruas e um tipo de construção bem diferente. Ficamos no hotel Los Nires, todo de madeira numa pequena elevação um pouco afastado da cidade com uma vista linda, quartos bem grandes, banheiro bom e comida gostosa.


Ushuaia é ótima para compras (porto livre sem taxas) e é bem barato. Tem roupas de inverno lindas, botas, bolsas e varias outras coisas. Tem uma rua principal onde fica a maioria das lojas
Um restaurante muito bom é o Tonte Nina com vista para o Canal de Beagle (Beagle era o nome do barco que Darwin viajava quando esteve lá)
Comemos neste restaurante o famoso caranguejo Centola, típico dessa região, muito gostoso! Comemos também lulas fritas e tomamos um Chardonay da vinícola Del Fin del Mundo da própria Patagônia.

Um bom passeio é ir ao Parque Del Fin del Mundo. Toma-se um trenzinho, tipo Maria Fumaça – esse era o trem que levava os antigos prisioneiros para a cadeia que era situada no parque. O trem vai pelo meio do parque e é um passeio muito bonito apesar do frio intenso.



Outro bom passeio é ir de barco a ilha dos lobos marinhos e também a dos pinguins. Esse passeio leva 5h num barco bem grande. O lago Escondido é outro passeio interessante, fomos de carro subindo as montanhas cobertas de neve. Nesse lugar é mais frio ainda.

Lá nos vimos uma repressa feita por castores - bem bacana. Na volta comemos em uma fazenda um almoço típico do lugar: carneiro fuegueiro, a carne estava bem macia e gostosa. Tudo acompanhado por um bom Cabernet Argentino.



CALAFATE

De Ushuaia para Calafate o avião leva mais ou menos 1h. A cidade de Calafate é menor
que Ushuaia , porem, muito mais bonita. Tem ruas muito simpáticas, bons restaurantes, ótimas lojas (não tão baratas quanto Ushuaia mas muito boas) e bons hotéis Do lado do aeroporto tem um lago com águas azuis muito lindo e bem extenso.


Jantamos no primeiro dia no restaurante Don Pichon. É um restaurante típico com um braseiro onde fazem as carnes de vaca, carneiro e porco. A comida é muito gostosa. Tomamos um vinho argentino Trapiche Roble.

Um dos melhores passeios de Calafate é para Perito Moreno, o glacial tombado pela Unesco. A estrada (fomos de van) sobe uma serra com pouca vegetação. Quando começamos a ver os Andes e o lago que vai ate o glacial a emoção toma conta de todo mundo. A vista do glacial Aperito Moreno é inigualável. Por mais que você conheça lugares diferentes, o visual é impactante e majestoso, uma paisagem que não estamos acostumados a ver.

O glacial tem 70m de altura e 3 km de extensão. O gelo tem nuances de azul lindas e formatos inesperados. Fomos de barco ate bem perto do glacial - o frio é de matar, deve-se ir bem agasalhado com luvas, gorro, cachecol, etc. principalmente se você quer olhar na frente do barco, que é descoberta, e o frio entra gelado, mas vale qualquer frio. O lugar tem uma boa estrutura de turismo.


Quem quiser pode faze, acompanhado de guias, passeios a pé pelo gelo numa parte do glacial. Tem também uma passarela toda de madeira que vai descendo ate perto da montanha de gelo. Tudo bem diferente e bonito. Quando cai um bloco de gelo na água o barulho é grade e assusta – um espetáculo a parte. Esse passeio dura o dia todo. Sai do hotel as 7h30m e vai ate as 5h da tarde. Não dá para perder!!

domingo, 22 de janeiro de 2012

OEUFS EN COCOTTE


oeufs en cocotte - Ovos com espinafre e queijo
Oeufs en cocotte é uma receita que consta de você cozinhar um ovo em um ramequin, em cima de outros ingredientes - geralmente presunto e crème fraîche, com outros opcionais. Comecei a fazer a dieta da proteína na segunda-feira no mês passado e, depois de uma semana, já não agüentava mais comer carne, queijos e frios. Os dois piores momentos são o café da manhã e o jantar. Não sou muito chegada a comer ovos mas lembrei da receita clássica do oeufs en cocotte. Como eu queria comer uma verdura junto, fiz uma camada de espinafre – que sempre combinam com ovos. Lembro que minha avó sempre fazia espinafre refogado com ovos cozidos no forno por cima – cobri com queijo light e o ovo. Esse foi o meu lanche da noite. Ficou muito bom e leve, acho até que vou rever meus conceitos sobre o ovo!
1 ovo
1 maço de espinafre fresco
1/2 alho poro
½ cebola
2 dentes de alho
1 vidro de requeijão light
2 colheres de sopa de creme de leite
Queijo parmesão ralado
Sal e pimenta do reino a gosto
Azeite
Noz moscada

Lave bem o espinafre e separe as folhas. Em uma panela coloque água e sal e deixe as folhas de espinafre para cozinhar. Escorra e com o auxilio de uma faca pique as folhas grosseiramente. Reserve. Em uma panela coloque um fio de azeite e coloque para refogar a cebola cortada em pedaços bem pequenos. Quando a cebola estiver suada, acrescente o alho poro em fatias finas e o alho picado. Refogue tudo. Adicione o espinafre , mexa e desligue o fogo. Tempere com pimenta do reino. Em um ramequim coloque um pouco de azeite e sobre ele uma camada grossa do espinafre refogado. Cubra o espinafre com raspas do queijo parmesão e com as duas colheres de creme de leite. Por cima coloque uma camada generosa de requeijão tampando todo o espinafre. Abra o ovo sobre o requeijão e tempere com sal, pimenta do reino e noz moscada. Leve ao forno ou a uma salamandra até que o ovo esteja cozido. Esse ovo deve ficar mais para mole do que cozido.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

TORTA SUÍÇA


Essa torta é bem leve e não conheço ninguém que não goste dela. É chamada de torta de natas, ou torta Suíça mas na verdade não é feita de natas, mas de claras, e também não sei se é uma torta de receita suíça. De qualquer forma é maravilhosa. Todas as vezes que faço algum doce que sobra muitas claras e tenho que aproveitar, faço ela. Como fiz fios de ovos para o Natal, sobraram varias claras que viraram um torrone gelado de frutas e essa torta Suíça. Aprendi essa receita em um curso que fiz a alguns anos atrás. Foi um achado!
A aparencia de quando a massa sai do forno, as vezes, é meio estranha porque formam umas cascas, tipo biscoito, ao redor da massa mas é assim mesmo. Algumas pessoas retiram essa parte com uma faca mas eu gosto de deixar porque da uma textura crocante.

Ingredientes
10 claras
160g de açúcar
120g de chocolate em pó
15g de farinha de trigo ou 1 colher de sopa rasa de farinha de trigo
chantilly:
- 500ml de creme de leite fresco
- 50g de açúcar
Ganache:
- 100g de chocolate meio amargo picado
- 100ml de creme de leite

Coloque o creme de leite fresco no congelador. Pré-aqueça o forno em 160° e prepare 2 formas de fundo falso, redondas, de 20 cm de diâmetro. Unte e forre as formas com papel manteiga. Unte o papel manteiga novamente. Bata as claras em neve em velocidade baixa até atingirem o ponto de clara em neve, ficando bem firme, adicione uma pitada de sal para firma-las. Adicione o açúcar e bata por mais alguns minutos. Desligue a batedeira e transfira o merengue para uma vasilha bem grande. Adicione o chocolate peneira e a farinha de trigo também peneirada. Com o auxilio de um fue misture delicadamente até estar tudo incorporado. A massa deve manter a textura aerada das claras em neve. Divida a massa igualmente nas duas formas e leve ao forno por 25 a 30 minutos ou até que a massa forme uma crosta e o teste do palito mostre que a massa esteja assada. Tire do forno e deixe esfriar. Bata na batedeira o creme de leite fresco até formar o chantilly, acrescente um pouco de açúcar e raspas de limão ou laranja se desejar, e bata novamente. Em uma panela com água derreta o chocolate meio amargo em banho Maria. Retire do fogo e acrescente o creme de leite para fazer o ganache. Reserve. Monte a torta. Coloque um circulo de massa e passe uma camada generosa de chantilly sobre a massa. Cubra com a outra camada de massa. Por cima coloque o ganache de chocolate.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CRESPELLE DE PÊRA


Vi essa receita em uma entrevista do chef Roberto Ravioli e achei que era fácil de fazer, mas me surpreendi um pouco na minha primeira tentativa. É fácil mesmo, mas você tem que ter alguns cuidados para não perder o tempo correto do cozimento da massa que precisa estar ainda úmida para “prender” as finas fatias de pêra. A receita original é com maça mas eu preferi fazer com peras. É uma receita simples, fácil e muito gostosa que fica bem interessante para uma sobremesa.

200 ml de leite integral
1 ovo
30 ml de azeite
70 g de farinha de trigo
Sorvete de creme
2 peras maduras descascadas (retire o miolo), cortadas ao meio e fatiadas em lâminas finas.
4 colheres de sobremesa de açúcar
50 g de manteiga
Bata no liquidificador o leite, os ovos, o azeite e a farinha. Reserve. Corte a casca das peras e retire o caroço. Corte fatias bem finas. Eu utilizei um mandolim. Reserve. Unte uma frigideira com manteiga e leve ao fogo brando. Quando estiver quente, acrescente massa suficiente apenas para recobrir o fundo da frigideira, retire do fogo, e distribua as lâminas de pêra, intercalando uma na outra formando um espiral. É nesse momento que é bom a massa estar ainda um pouco úmida que vai ajudar a fixar as laminas de pêra na massa. Leve ao fogo novamente e deixe dourar a massa. Após, vire a parte que está com a pêra para dourar por 5 minutos. Também é necessário ter alguma habilidade para não deixar as fatias caírem ou dobrarem estragando todo o crepe. Também fique de olho para as fatias não grudarem no fundo da frigideira. Polvilhe o açúcar (1 colher de sobremesa) na frigideira, coloque a crepe com a parte da pera para baixo. Leve ao fogo e deixe caramelar, vire novamente. Não deixe tempo demais que o açúcar pode agarrar. Sirva em pratos individuais com o sorvete. É por todos esses detalhes que eu comentei que a receita é fácil mas tem que ter atenção e cuidado na hora no preparo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

DIA DE REIS


Hoje é Dia de Reis.


Existem duas historias sobre esse dia, uma cristã e outro da literatura Grega. Segundo a literatura Grega esse dia surgiu porque os gregos antigos faziam oferendas à deusa Afrodite, a deusa do amor, com romãs, porque eles acreditavam que a romã era a fruta que alimentava o amor. Outros consideram a romã a fruta da sorte e comem romãs na passagem de ano e guardam algumas sementes para ter sorte o ano inteiro. Além de sorte e amor, a romã é a fruta da saúde, tantos são seus efeitos benéficos.


Na tradição cristã foi o dia em que os três reis magos levaram presentes a Jesus Cristo. Esse dia é comemorado em vários países de formas diferentes, no Brasil temos as tradicionais festas do Dia de Reis, na Espanha, as crianças deixam sapatos nas janelas, cheios de capim ou ervas, a fim de alimentar os camelos dos Reis Magos. Contam as lendas que em troca, os reis magos deixam doces e guloseimas para as crianças.


Em alguns países fazem a comemoração repartindo o Bolo Rei, que tem uma fava/ou objeto no meio da massa. A pessoa que for contemplada com a fava deve oferecer o bolo no ano seguinte e terá sorte durante todo ano corrente.


Simpatia das Romãsdo Dia de Reis

No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo. Pegue uma romã e retire 3 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro. Para cada semente dê um mordida e fale o nome de um dos três reis magos repetindo o pedido. Depois pegue as sementes e guarde num saquinho, papel, o que der dentro da sua carteira. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.

As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.

Boa Sorte!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

SALADA DE LENTILHAS



Uma das tradições, ou superstições, de Natal é comer lentilha na ceia do dia 24. Dizem que dá sorte e traz prosperidade. A origem dessa crendice surgiu por acreditar-se que as pequenas sementes, circulares e achatadas como moedas, atraem boa sorte nas finanças. Existem três tipos de lentilha – a marrom e mais comum, a rosa, que eu já postei uma receita aqui e a amarela. As duas ultimas são mais difíceis de serem achadas nos supermercados comuns encontrando-as nos grandes empórios. Minha mãe fez essa receita que é simples e gostosa. A quantidade de cada um dos ingredientes vai depender do gosto de cada um. O vinagre de basilicão usado é o da marca Cassino.


½ kg de lentilhas

Tomates cerejas

Azeitonas pretas chilenas

Alcaparras

Cebola roxa

Azeite

Vinagre de basilicão


Lave e limpe as lentilhas. Em uma panela grande coloque as lentilhas e cubra com agua. Tempere com sal e leve ao fogo até que estejam macias mas com consistência; Não deixe cozinhar demais para que não se desmanchem. Escorra e coloque-as em uma travessa. Lave bem os tomates cerejas e parta-os ao meio. Retire o caroço das azeitonas e corte-as em pedaços. Retire a casca da cebola roxa e corte em laminas bem finas. Misture todos os ingredientes nas lentilhas. Em um recipiente coloque uma quantidade de azeite e vinagre de basilicão. Tempere com pimenta do reino fresca e misture bem. Adicione esse molho as lentilhas e misture bem. Pode ser servida quente ou fria.

domingo, 1 de janeiro de 2012

BACALHAU ESPIRITUAL



FELIZ 2012!!!

Que venha 2012 com todas as promessas de um ano melhor!! Pelo menos é isso que escutamos todo inicio de ano. Que o ano que esta entrando será melhor que o que esta saindo. Quase sempre são as mesmas promessas, os mesmos compromissos de inicio de ano que fazemos na virada...ter menos stress, comer menos, se dedicar mais aos estudos, aos filhos, etc... ao longo do ano ... mudamos pouco (rsrs) :)
É assim mesmo!
Essa receita é da minha mãe mas tambem é uma receita bem conhecida dos programas de culinária e das revistas. Eu acho ela ótima. É super fácil de fazer e rende bastante.

1 1/2 Kg de bacalhau desfiado (já desalgado e cozido)
1 litro de leite
6 gemas
250 gr de creme de leite
2 dentes de alho picados
6 colheres de sopa cheias de farinha de trigo
2 cenouras grandes raladas no ralo fino - cruas
2 cebolas grandes raladas
Manteiga
4 colheres de sopa de azeite
queijo parmesão ralado
noz moscada
1 xícara de farinha de rosca
sal, pimenta do reino branca e molho inglês a gosto

Desalgue o bacalhau na vespera e cozinhe na água. Retire a pele e desfie. Em uma panela coloque para dourar a cebola e o alho em 100 gr de manteiga com o azeite. Quando estiverem douradas, junte as cenouras raladas e espremidas para retirar a água. refogue bem. Acrescente o bacalhau desfiado e misture por alguns minutos. Reserve. Faça o creme: Em outra panela doure a farinha de trigo em 100 gr de manteiga e acrescente aos poucos, mexendo sempre, 3/4 litro do leite morno.. Mexa sem parar até que se forme um creme. Retire do fogo. Desmanche as gemas no restante do leite e acrescente ao creme mexendo bem. Tempere com sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto. Volte ao fogo mexendo até que engrosse. Misture o creme com o bacalhau. Mantenha a panela em fogo baixo e acrescente o creme de leite, o queijo ralado e tempere com o molho inglês. Retire do fogo e coloque em um pirex untado com manteiga. Polvilhe por cima uma mistura de queijo ralado com farinha de rosca. Leve ao forno para gratinar.




quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SALADA DE AIPO COM MAÇAS E NOZES

Essa receita é da minha mãe e minha filha adora. Normalmente se faz sem as nozes mas como era Natal, minha mãe resolveu colocar umas nozes na receita. Sempre fazemos algumas saladas para acompanhar a ceia de natal. Esse ano tivemos essa salada de aipo, uma de lentilha e maionese de batata. A receita original é feita com maça ácida porem voce pode utilizar a maça comum que tambem fica com um resultado ótimo. Embora se possa comer todas as partes do aipo, essa receita só utiliza o caule. Existe uma curiosidade sobre o aipo que fiquei sabendo a pouco tempo: Era com o aipo que se coroavam os vencedores dos jogos nemianos gregos, que se realizavam em honra de Zeus, mas quando o filho do rei nemiano foi morto por uma cobra escondida no aipo, este passou a ser usado como coroa funerária. Os gregos também utilizavam essa erva na medicina, e os romanos exploraram as suas propriedades culinárias.

Ingredientes
1 aipo grande
3 maças
Nozes sem casca
Maionese
Sal e pimenta do reino a gosto
Creme de leite
Lave e limpe bem o aipo. Retire as folhas e reserve os caules. Retire a pele que cobre os caules do aipo e corte-os em pedaços bem pequenos. Quanto menor forem os pedaços melhor será a salada. Reserve. Descasque e corte a maça em pequenos pedaços. Procure cortar do mesmo tamanho do aipo. Se preferir pode usar maças ácidas. Faça o molho. Em uma vasilha misture a maionese, a pimenta do reino e um pouco de creme de leite. Misture bem. Pique as nozes e junte a mistura de aipo com maça. Adicione a maionese e misture bem. Deixe na geladeira até o hora de servir.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

LINZER TORTE


É Natal e eu não consegui postar nada na semana passada sobre o tema. Também não consegui fazer muitos registros das comidas feitas para a ceia do dia 24. Os pratos mais tradicionais, chester, presunto, bacalhau, lombinho, etc... eu não tirei foto porque acho que essas receitas a maioria das pessoas já esta cansada de ver e são fáceis de serem encontradas em muitos blogs nessa época do ano. Registrei fotos de algumas saladas, que acho que vale a pena passar as receitas, e dos doces que foram novos. A algumas semanas atrás eu fui tomar um café com uma amiga no bistrô que tem dentro do museu do Paço Imperial que fica na praça XV. Nos tínhamos acabado de almoçar e, como não gosto de café, resolvi comer uma sobremesa para acompanha-la. Olhei na vitrine do bistrô e vi uma torta linda com geleia de frutas vermelhas por cima. Ao lado tinha um parfait de chocolate me tentando. É sempre assim, todas as vezes que vou escolher uma sobremesa em uma loja acabo por escolher a que é feita de chocolate porem, dessa vez, resolvi resistir aos meus vícios e acabei escolhendo aquela torta com geleia que tinha uma aparência linda e estava me chamando para ser provada. Era uma linzer tarte! Foi uma surpresa agradável, a torta estava maravilhosa, um sabor incrível de amêndoas com as geleia de frutas vermelhas. A massa bem molhada contrasta com as tortas que normalmente vejo nas confeitarias. Cheguei em casa e sai a procura dessa receita e descobri que a Linzer Torte é uma torta típica da região de Linz na Áustria. A massa é feita com amêndoas, avelas ou nozes e coberta com geleia de morangos, framboesas ou frutas vermelhas. Também pode ser usado qualquer tipo de geleia do seu gosto. É um doce típico das festas de final de ano. Eu peguei varias receitas mas escolhi a receita do blog Joy of Baking para testar. Fiz no Natal e foi um sucesso. Uma delicia! Fica ótima acompanhada de sorvete de creme. Segue abaixo:

Ingredientes
1 xícara (150 gramas) amêndoas
1 / 2 xícara (60 gramas) avelãs
1 1 / 2 xícaras (195 gramas) de farinha de trigo
2 / 3 xícara (135 gramas) de açúcar granulado branco
Raspas de um limão (a casca amarela exterior da limão que contem o sabor da fruta e perfume)
1 colher de chá de canela em pó
01 colher de chá de cravo em pó
01 colher de chá de sal
01 colher de chá de fermento em pó
14 colheres de sopa (195 gramas) de manteiga sem sal fria, cortada em pedaços
2 grandes (40 gramas) gema de ovo
1 colher de chá de extrato de baunilha
Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Pré-aqueça o forno a 177 C. Coloque as amêndoas em uma assadeira e asse por cerca de 8 - 10 minutos ou até que doure e perfumada. Em seguida, coloque as avelãs em uma assadeira e asse por 15 minutos ou até perfumado e as peles exteriores começam a descamar. Retire do forno e coloque sobre grade para esfriar. Uma vez que as amêndoas e avelãs tenham esfriado, coloque em um processador de alimentos e processe, juntamente com 1 / 2 xícara (65 gramas) de farinha, até que finamente moído. Adicionar a farinha restante, o açúcar, as raspas de limão, canela em pó, cravo em pó, sal e fermento e processe até uniformemente combinados. Adicione a manteiga e pulse até a mistura se parece com migalhas finas. Adicione as 2 gemas de ovo e a baunilha e pulse até que a massa começe a se unir.

Faça uma bola com a massa e depois divida em dois pedaços, um, um pouco maior que o outro. Enrole a menor bola de massa em filme plástico e leve à geladeira por cerca de uma hora, ou até ficar firme o suficiente para enrolar. Pegue a maior bola de massa e pressione-o para o fundo e as laterais de uma forma (23-25 cm).
Espalhe a geleia de framboesa sobre a parte inferior da crosta. Cubra com filme plástico e coloque na geladeira. Retire a bola que estava na geladeira com o filme plastico e abra-a entre duas folhas de papel manteiga. Com o auxilio de um cortador de pizza ou proprio, corte tiras para forrar a parte de cima da torta.
Coloque as tiras de massa sobre uma folha de papel manteiga, cubra com filme plástico e coloque na geladeira por cerca de 10 minutos. Transfira gentilmente as tiras de massa para cima da torta. Se desejar tecer um transado, como a original, levante parte das tiras e cruze as outras por baixo.
Apare as bordas das tiras para ajustar a forma.
Asse a torta no forno por cerca de 30-35 minutos ou até que a massa esteja dourada. Deixe a torta esfriar sobre uma gradinha antes de desenformar. Cubra com pouco de açucar de confeiteiro.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

ESPAGUETE COM SALMÃO DEFUMADO

Este final de ano esta um pouco complicado e não tenho conseguido fazer tantas atualizações no blog como gostaria mas espero que nas próximas semanas tudo se ajuste. A receita abaixo foi feita há algumas semanas atrás e não tive tempo de coloca-la no blog. Minha filha gosta muito de peixe e dentre eles adora o salmão. Eu, particularmente, gosto de comer o salmão como sashimi nos restaurantes japoneses, pois acho a carne do salmão um pouco ressecada quando assada. São poucas as receitas, e restaurantes, que conseguem achar o ponto correto e fazer um prato de salmão com a carne molhadinha, suculenta, por isso mesmo evito come-la nos restaurantes. Já o salmão defumado, que normalmente compõe o prato sem passar por outro processo de cozimento é muito gostoso e da um sabor diferenciado nas receitas. Existe uma curiosidade sobre o salmão que é a sua cor que atrai a muitos consumidores. A cor vermelha do salmão é devido a um pigmento chamado astaxantina. O salmão é basicamente um peixe branco. O pigmento vermelho é feito através das algas e dos organismos unicelulares, que são ingeridos pelos camarões do mar; o pigmento é armazenado no músculo do camarão ou na casca. Quando os camarões são comidos pelo salmão, estes também acumulam o pigmento nos seus tecidos adiposos. É uma informação curiosa que nem todos os consumidores tem conhecimento. O salmão é ainda uma excelente fonte de Ômega 3, gordura saudável e benéfica especialmente para o sistema cardio-vascular. A receita abaixo é mais conhecida com o acompanhamento do fettucine porem, como não tinha em casa, fiz com o espaguete mesmo.

Espaguete com salmão defumado
Espaguete
2 colheres de sopa de farinha
1 copo de vinho
2 colheres de sopa de manteiga
½ copo de caldo de peixe
1 caixa de creme de leite
1 pacote de laminas de salmão defumado
Queijo parmesão a gosto
Pimenta do reino branca
Sal

Prepare o molho. Em uma panela coloque a manteiga para derreter, adicione a farinha de trigo e mexa ate que esteja toda emulsionada com a manteiga. Deixe cozinhar por alguns minutos sem que queime. Adicione aos poucos o vinho branco mexendo sempre para não empelotar. Adicione o caldo de peixe e tempere com pimenta do reino. Prove e acerte o sal se for necessário. Deixe reduzir ate atingir o ponto de cremosidade desejado. Tem pessoas que gostam de um creme mais espesso e outras de um creme mais fino. Lembre-se que ainda sera adicionado o creme de leite. Em outra panela grande coloque agua suficiente para esquentar com sal. Quando estiver fervendo adicione o espaguete e mexa para soltar os fios. Deixe cozinhar ate que esteja “ao dente”. Nesse momento acrescente o creme de leite no molho. Corte algumas fatias de salmão em tiras e adicione no molho, mexa e deixe por mais alguns minutos no fogo. Escorra o espaguete e coloque em um prato. Cubra com o molho e acrescente algumas tiras de salmão defumado sobre o prato. Sirva acompanhado de queijo parmesão ralado


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

LULAS A DORÊ


Já fazia algum tempo que eu queria fazer um empanado com farinha de panko, que nada mais é do que um tipo de farinha de rosca japonesa feita a partir de pão ralado em flocos, para ser utilizada da mesma maneira que a nossa farinha de rosca tradicional. Essa farinha é muito utilizada na culinária japonesa. A crocância que ela dá aos pratos é um pouco diferente, não sei explicar bem o motivo talvez porque seja mais seca e mais grossa que a nossa farinha de rosca, só sei dizer que é muito boa. Fiz esses anéis de lula que ficaram uma delicia. O molho foi de improviso porque não tinha muita coisa em casa então juntei um pouco de creme de leite com requeijão e alguns temperos.

Ingredientes
Lulas frescas
sal e pimenta do reino
farinha de panko
1 ovo
Oleo para fritar
Para o molho
1 caxinha de creme de leite
2 colheres de sopa de requeijão
salsinha picada
Azeite

Limpe bem as lulas, retire a pele e as vísceras. Lave-as em agua corrente. Corte-as em anéis e seque bem. Em uma vasilha coloque o ovo, tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Com o auxilio de um garfo bata um pouco o ovo e reserve. Em uma panela ou frigideira esquente bem o óleo. Passe os aneis de lula no ovo, escorra e depois passe na farinha de panko. Frite-os no óleo quente e sirva com o molho de queijo. Para o molho junte os ingredientes e misture.

domingo, 11 de dezembro de 2011

LOMBO DE ATUM EM CROSTA DE ERVAS

Tenho procurado fazer receitas mais leves que me ajudem a seguir com o objetivo da minha dieta antes de chegar às festas de fim de ano e o verão. De todas as formas que se pode fazer o atum, o lombo é o meu corte predileto e fazer ele grelhado com o miolo um pouco cru é uma das formas que mais gosto. Meu pai me deu um pedaço lindo de lombo de atum bem fresquinho e fiz essa receita com crosta de ervas e gergelim que ficou uma delicia. Simplesmente juntei todas as ervas que eu tinha em casa com temperos e um punhado de gergelim branco. Receita simples, saudável e deliciosa.

1 lombo de atum fresco
1 limão
Ervas finas (alecrim, tomilho, orégano, etc...)
Sal e pimenta do reino a gosto
Páprica picante
Gergelim branco
Azeite
Couscous marroquino
Tomates confitados

Limpe o lombo de atum retirando a parte escura do sangue. Coloque em uma vasilha e tempere com o suco do limão, pimenta do reino e sal. Em um prato grande coloque as ervas, um pitada pequena de paprca e as sementes de gergelim. Misture bem. Escorra o lombo e passe na mistura de ervas. Em uma frigideira grande e anti aderente coloque um pouco de azeite. Quando estiver quente coloque o lombo para grelhar, deixe até que esteja grelhado e vire o outro lado. Faça esse processo até que todas as laterais estejam grelhadas mas mantenha o miolo do atum cru. Evite virar demais o lombo para que as ervas não se percam. Retire da frigideira e coloque sobre uma superfície para ser fatiado. Sirva com o couscous e os tomates.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ESPAGUETE DE CENOURA COM GORGONZOLA

Mais uma receita light e vegetariana. E mais uma receita que usei o meu cortador de espaguete para vegetais – aquele cortador que comprei na loja japonesa – esse foi um dos maiores achados desse ano, nunca usei tanto um utensílio como tenho usado esse cortador, estou ate pensando em comprar um outro para deixar de reserva aqui em casa já que tenho usado demais o meu e estou com medo dele perder o fio. Achei em uma loja no centro do Rio um igualzinho ao que eu comprei em São Paulo. A minha primeira tentativa com o espaguete de cenoura não ficou tão bacana quanto à segunda porque você tem que usar uma cenoura bem comprida para que os fios do espaguete saiam mais perfeitos. Consegui umas cenouras lindas no supermercado e bem compridas e gordas, foram excelentes para essa receita. Na minha primeira tentativa usei cenouras pequenas e os fios se quebraram depois de cozidos. Outra dica, você não pode deixar a cenoura cozinhar demais que os fios se partem. Deixe a cenoura “al dente”. A combinação com o molho de gorgonzola foi perfeita!

2 cenouras grandes e bem compridas
200 gr de queijo gorgonzola
1 copo de vinho branco
1/2 tablete de caldo de legumes
200 ml de creme de leite fresco
Noz moscada
Sal e pimenta do reino a gosto

Retire a casca das cenouras e com o auxilio do cortador corte os fios do espaguete. Em uma panela coloque água e sal para ferver. Em outra panela faça o molho. Coloque os pedaços de queijo gorgonzola, o caldo de legumes e o vinho para ferver. Mexa para desmanchar o queijo e o caldo de legumes. Abaixe o fogo e deixe reduzir um pouco, se preciso adicione um pouco de água. Quando tiver reduzido um pouco adicione o creme de leite, a pimenta do reino branca e a noz moscada. Prove e acerte o sal se for necessário. Lembre que o queijo e o caldo de legumes já são salgados. Deixe reduzir um pouco para apurar o creme. Quando a água estiver fervendo adicione os fios de cenoura e deixe cozinhar por 3 minutos ou até que estejam “al dente”. Escorra e sirva coberto com o molho de gorgonzola.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PAPILLOTE DE SHIMEJI

O papelote (pedaço de papel), ou papillote (francês) ou ainda cartoccio (italiano), nada mais é do que um método de cozimento para ingredientes delicados, como peixes, frango, cogumelos e legumes. Todos consistem em embrulhar o seu preparo em papel-manteiga ou alumínio, fechar bem para evitar que saia o vapor elevar ao forno.
Desta forma, o alimento cozinha em seu próprio vapor, mantendo a umidade, todo o seu sabor e seus nutrientes, deixando-os com tenros e saborosos.
Você pode preparar papelotes individuais e levá-los à mesa ainda fechados, para que cada um abra o seu, ou servir aberto na mesa para que todos sirvam-se do mesmo papelote.

Algumas dicas importantes:
O papelote deve ser bem fechado, possibilitando que o vapor criado fique ali dentro cozinhando o alimento.
O papelote precisa de algum líquido para criar vapor e cozinhar o alimento. Você pode acrescentar azeites, manteigas, caldos, shoyu, ou qualquer outro ingrediente que preferir e que deixe mais úmido o seu preparo.
Se for prepara peixes ou frango, monte os sobre uma "cama" de legumes, como batatas, por exemplo, evitando que grudem no fundo do papelote.
O papelote costuma inflar enquanto está no forno, por isso cuidado ao abri-lo, pois estará cheio de vapor muito quente.

Ingredientes
1 fatia de abacaxi
1 prato de shimejis
Shoyo
2 dentes de alho
Salsinha picada
Sal e pimenta do reino a gosto
Papel manteiga ou de alumínio

Corte um pedaço grande de papel manteiga e coloque a fatia de abacaxi bem no meio. Lave bem os cogumelos e separe um pouco os ramos. Coloque em uma vasilha e tempere com shoyo, pimenta do reino, sal e o alho picado. Pegue essa mistura e coloque sobre o abacaxi. Feche um papillote como se fosse um embrulho mantendo-o bem vedado para que o vapor não escape. Coloque o papillote sobre um prato ou travessa que possa ser levado ao forno – isso facilitará na hora da remoção do forno. Leve ao forno médio por uns 30 minutos. O tempo de cozimento dependerá de cada forno. Retire do forno e abra cuidadosamente o papillote – cuidado que esta bem quente e com vapor – salpique a sala picada e sirva.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

ROLINHOS DE FRUTAS COM CHOCOLATE

Esse foi um destino certeiro para alguns damascos e passas, brancas e pretas, que estavam na minha geladeira. A idéia começou em fazer um crepe de banana frita, mas como só tinha uma única banana em casa, acabei acrescentando essas frutas na frigideira e dando um toque final com o chocolate. Não preciso nem dizer que ficou muito bom. Fácil, rápido e gostoso. Quer mais??!!!

100 ml de leite
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
2 colheres de sopa de manteiga
1 banana
Damascos
Passas (brancas e pretas)
Açúcar
Canela
½ copo de licor 43
Chocolate em pó
Raspas de chocolate meio amargo

Faça a massa do crepe. No liquidificador coloque o leite, o ovo e a farinha. Bata até ficar homogêneo. Em uma frigideira coloque a manteiga. Descasque e corte a banana em fatias. Coloque a banana para fritar e quando estiver dourada acrescente as passas e os damascos cortados em pedaços pequenos. Adicione um pouco de açúcar a gosto para caramelar. Deixe dourar um pouco e acrescente o licor. Flambe. Deixe no fogo mais alguns minutos ate que reduza um pouco os líquidos. Desligue e polvilhe canela a gosto.
Em outra frigideira faça os crepes bem finos. Coloque uma porção da mistura de frutas na ponta de cada crepe e enrole. Corte os rolinhos em três pedaços e distribua no prato. Polvilhe com o chocolate em pó e enfeite com as raspas de chocolate meio amargo.




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

TOMATES ASSADOS

Eu diria que o tomate é a minha fruta preferida, mas prefiro colocá-lo em uma categoria distinta. Coloquialmente considerado legume, essa fruta tem como companheiras a berinjelas, as pimentas e os pimentões, todos frutos embora sejam mais conhecidos como legumes. Normalmente associado à cozinha Italiana o tomate tem origem nas civilizações incas e maias antes de chegar ao continente Europeu, que inicialmente o renegava por associá-lo a um fruto venenoso. Quando chegou à Itália logo o chamaram de pomo d'oro (pomo de ouro). Tornou-se anos depois um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea. Ele é rico em licopeno e em vitaminas do complexo A e complexo B. Com espécies e cores variadas, indo do verde ao quase preto, no Brasil são bem restritas as opções dispostas nos supermercados. Além de tudo isso, essa frutinha deliciosa possui aproximadamente apenas 14 calorias em 100 gr de fruto.
Tomates médios bem maduros
Alcaparras
Azeitonas pretas
Fatias de pão adormecido ou de pão de forma (eu usei pão de forma integral)
Folhas de majericao
Queijo parmesão ou gruyere
Sal, pimenta do reino a gosto
Azeite

Lave bem os tomates e retire o miolo com as sementes. Em uma vasilha misture migalhas de pão, as azeitonas, as alcaparras, os pedacinhos do proprio tomate que sairam do miolo (sem as sementes). Tempere com azeite, sal e pimenta do reino a gosto. Pique as folhas de majericão e junte aos ingredientes. Voce pode adicionar aliche se gostar que tambem fica muito bom. Eu não usei porque não tinha em casa. Recheie os tomates. Em um tabuleiro coloque um pedaço de papel de aluminio e disponha os tomates dentro. Regue com um fio de azeite para que não agarrem no fundo do papel. Feche o papel como se fosse um envelope e leve ao forno por 20 minutos. Retire do forno e bra os envelopes. Rale o queijo sobre os tomates e retorne ao forno com os evelopes abertos para gratinar.
Sirva acompanhado de torradas de pão arabe ou de torradas com ervas.